FONPLATA

Domingo, 17 Diciembre 2017 20:01

CEPAL faz balanço positivo das economias da Bacia do Prata

CEPAL faz balanço positivo das economias da Bacia do Prata Pixabay/ Gerald

A Comissão Econômica para América Latina e Caribe, a CEPAL, divulgou recentemente o resultado da análise sobre a economia da região. Nesta síntese estão destacados os resultados de cada um dos países nos quais o FONPLATA apoia o desenvolvimento.

Argentina: A economia argentina fecha o ano com um crescimento de 2,9%. Este resultado foi alavancado pela recuperação econômica do Brasil e pelas decisões político-sociais internas do país, entre elas a retomada das exportações argentinas e o aumento dos empréstimos bancários ao setor privado.

Bolívia: A economia boliviana é uma das mais dinâmicas da região e cresceu 3,9%, uma leve desaceleração em comparação com 2016 quando obteve 4,3% de crescimento. O consumo interno foi um dos responsáveis pelo bom posicionamento, originado pela implementação de uma política fiscal favorável ao investimento público e de uma política monetária expansiva. No entanto, em outubro deste ano houve o aumento do endividamento externo, ainda baixo e que gira em torno de 24% do PIB. O desempenho aquém do esperado no setor dos combustíveis, sobretudo o do gás natural, tem sido a causa da desaceleração desta economia.

Brasil: É estimado um aumento anual do PIB brasileiro em 0,9% após as recessões de 2015 e de 2016. No entanto, os indicadores ainda não demonstram um quadro de recuperação contínua. O consumo e os investimentos ainda continuam abaixo do registrado em 2014 por estes setores. O investimento público também sofreu redução. As exportações são responsáveis pelo índice positivo, o que levou o Brasil a ter um superávit na balança de bens e uma contração no déficit de conta corrente na balança de pagamento. Em março o nível do desemprego chegou ao máximo, mas agora vem em queda entre os profissionais autônomos. A agenda fiscal ainda é o principal enfoque da política econômica, que busca mudanças estruturais no Estado brasileiro.

Paraguai: Pelo segundo ano consecutivo este país tem um crescimento de cerca de 4%. No começo de 2017 foi melhor para a economia do país, com um crescimento interanual de 6,6% do PIB. Já no segundo trimestre, o aumento foi moderado (0,9%) por causa dos setores de construção e o agrícola, por causa do baixo investimento privado e público como consequência das desfavoráveis condições climáticas. Na área fiscal persiste a contenção de gasto corrente a favor do gasto de capital. Durante 2017 a política monetária foi expansiva.

Uruguai:  O país fecha este ano com uma expansão de cerca de 3%, o que o significa 15 anos de crescimento ininterruptos. Esta aceleração tem a ver com a demanda regional de bens e serviços, ao aumento da demanda dos principais produtos exportados, a confiança do consumidor e das melhores condições financeiras mundiais. Persistiram em 2017 a alta temporada de turismo, a baixa inflação e o crescimento da demanda pela moeda nacional, apesar de certo deterioro dos indicadores do mercado trabalhista.

 

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