FONPLATA

A Agência Francesa de Desenvolvimento e o FONPLATA se unem para promover o desenvolvimento sustentável

Santa Cruz (Bolívia), 24 de abril de 2018.- Juan E. Notaro, presidente executivo do Fundo Financeiro para o Desenvolvimento da Bacia do Prata, FONPLATA, e Philippe Orliange, diretor regional para América do Sul da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD), assinaram nesta terça-feira (24 de abril) um convênio de empréstimo de US$ 20 milhões.

O objetivo do acordo é apoiar as atividades do FONPLATA em prol do desenvolvimento sustentável de seus países-membros, e, em especial, a promoção da luta contra os efeitos da mudança climática no Brasil, na Bolívia e Argentina.

No marco da aliança estão contemplados projetos de redução de emissão de gases de efeito estufa, captura de carbono e adaptação à mudança climática.  

O propósito destes projetos é melhorar o acesso da população aos serviços de água e de saneamento nas cidades onde há uma nítida fragmentação do espaço urbano, para favorecer maior inclusão social.

Quanto à adaptação, os projetos do financiamento serão destinados a combater as “desigualdades espaciais” que faz com que grupos sociais menos favorecidos sejam, especificamente, os mais expostos aos riscos naturais gerados pelos fenômenos climáticos.

Como parte desta aliança com a AFD, através de uma cooperação técnica, o FONPLATA atualizou seu manual de prevenção à lavagem de ativos e ao financiamento do terrorismo, seguindo as orientações da Agência.

SOBRE FONPLATA

O FONPLATA é uma entidade com pessoa jurídica internacional criada em 1974 por Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai e Uruguai. Sua missão é apoiar a integração dos países-membros para alcançar um desenvolvimento mais harmônico e inclusivo, dentro e entre as áreas geográficas de influência da Bacia do Prata, com foco especial no financiamento de projetos de média e pequena dimensões que complementem os esforços de outras agências de desenvolvimento nacionais e regionais.

SOBRE A AFD

A Agência Francesa de Desenvolvimento é uma instituição financeira pública que implementa a política definida pelo governo francês. Trabalha na luta contra a pobreza e para promover o desenvolvimento sustentável na África, Ásia, Oriente Médio, América Latina, Caribe e nos territórios ultramarinos franceses onde financia e apoia projetos que melhoram as condições de vida das populações, promovem o crescimento econômico e protegem o planeta.

Publicado en Noticias

Con el aporte de FONPLATA se recuperó una importante obra de la historia musical del continente.

Tras casi 200 años, la Sinfonía 11 de Pedro Ximénez de Abril y Tirado (1780-1856) –“La Sinfonía de La Plata”, se escuchó nuevamente en la Iglesia de San Roque, en la ciudad de Santa Cruz de la Sierra, Bolivia, durante el XII Festival de Música Renacentista y Barroca Americana.

José Ignacio Vidal, un argentino de apenas 24 años, dirigió un ensamble conformado por la Orquesta Sinfónica Hombres Nuevos (Bolivia), Sonidos de la Tierra (Paraguay) y Antiqua Camera (Argentina).

El Festival es organizado por la Asociación Pro-Arte y Cultura, que reseñó así este estreno.

Publicado en Noticias

Pedro Ximénez de Abril y Tirado (1780 – 1856) já era um compositor de sólido prestígio quando recebeu a mensagem de que o Marechal Antonio José de Sucre o havia mandado chamar para fazer uma encomenda muito importante: queria que ele fosse o maestro da capela da catedral da cidade de La Plata (depois Chuquisaca, hoje Sucre).

Não há registros desse encontro, mas podemos fazer o esforço de imaginá-lo. O venezuelano recebeu em seu escritório o músico peruano recentemente instalado na Bolívia. Os dois idealizam o papel que desempenharia a música americana na criação da nação recém fundada.

Naqueles tempos conheceu de perto os dois marechais e heróis da Independência, Andrés de Santa Cruz y Antonio José de Sucre. Este último foi, sem dúvida, a pessoa que esteve mais

pessoa que esteve mais perto de Simón Bolívar, talvez não em termos de cercania, mas sim quanto a entender e a compartilhar a visão da América como uma grande unidade das identidades que se formaram no continente depois de três séculos de colonização.

Ximénez, claro, compartilhava dessas ideias. E as refletia em suas criações. Os conhecedores dizem que tentou deliberadamente distanciar-se dos padrões estéticos e rítmicos que vinham impostos da Europa. Por isso incorporou a suas obras um gênero lírico quéchua, conhecido em sua pronúncia castelhanizada como yaraví e outras inovações.

Alimentado pelas ideias independentistas e com o estímulo de poder contribuir a sentar as bases das novas nações americanas, a obra tanto sacra como profana de Pedro Ximénez de Abril y Tirado foi extensa e variada: divertimentos, minuetos, missas, sinfonias, quartetos e quintetos fazem parte de seu repertório.

Duzentos anos antes, quando os jesuítas chegaram a esta região da América do Sul, se deram conta de que a Bacia do Prata formava uma unidade geográfica, pela qual era relativamente fácil trasladar-se graças a uma extensa rede de vias fluviais.

Essa unidade geográfica formou, pouco depois, uma unidade cultural, graças às missões e seu trabalho com as diversas populações locais. Uma unidade cultural da qual nos ficaram muitas expressões, mas, sobretudo, a música.

O trabalho que fazemos no FONPLATA tem muito a ver com esta ideia de projetar a Bacia do Prata como uma unidade, e conseguir que os cinco países que a integram trabalhem juntos e em uníssono, como uma orquestra. Cada instrumento com o seu próprio som, mas tocando todos ao mesmo compasso. 

Há vários anos o FONPLATA apoia o Festival Internacional de Música Renascentista e Barroca Americana “Missões de Chiquitos”, que este ano terá apresentações entre os dias 13 e 22 de abril em vários lugares da Bolívia.

Este ano em particular financiamos o trabalho de recuperação da Sinfonia N° 11 de Pedro Ximénez de Abril y Tirado, “La Sinfonía de La Plata”, que em sua estreia mundial (em 17 de abril, em Santa Cruz de la Sierra) será interpretada por jovens músicos dos países da Bacia da Prata e dirigida por um jovem diretor argentino. 

Desde as primeiras missões e o encontro na Bolívia do músico peruano com o Marechal venezuelano até os nossos dias, os sonhos de integração da América continuam vivos e vibrantes.

Para o FONPLATA, a música e a cultura são veículos de comunicação e união entre os povos. Por isso, apoiar estas iniciativas nos parece uma excelente maneira de dar continuidade à missão de nossa instituição que é fomentar a integração. Uma integração que agora soa ao ritmo das notas escritas por Pedro Ximénez enquanto sonhava com uma América forte e unida.

 

 

Publicado en Noticias

Pedro Ximénez de Abrill y Tirado (1780 – 1856) ya era un compositor de sólido prestigio cuando recibió el mensaje de que lo habían mandado a llamar para hacerle un encargo muy importante: quería que fuera el maestro de capilla de la catedral de la ciudad de La Plata (después Chuquisaca, hoy Sucre).

No hay registros de ese encuentro, pero podemos hacer el esfuerzo de imaginarlo. La ciudad hera un hervidero de conspiración contra la corona española. Los ciudadanos sueñan con la enmancipación, y Ximénez con el papel que desempeñará la música americana en la forja de la nación recién fundada.

En esos tiempos conoció de cerca a a dos mariscales y héroes de la Independencia, Andrés de Santa Cruz y Antonio José de Sucre. Este último fue, sin duda, la persona que estuvo más cerca de Simón Bolívar, tal vez no en términos de proximidad, pero sí en cuanto a entender y compartir la visión de América como una gran unidad de las identidades que se habían formado en el continente tras tres siglos de colonización.

Ximénez, claro, compartía esas ideas. Y las reflejaba en sus creaciones. Los conocedores dicen que trató deliberadamente de alejarse de los patrones estéticos y rítmicos que venían impuestos desde Europa. Por eso incorporó a sus obras un género lírico quechua, conocido en su pronunciación castellanizada como yaraví y otras innovaciones.

Alimentado por las ideas independentistas y con el aliciente de poder contribuir a sentar las bases de las nuevas naciones americanas, la obra tanto sacra como profana de Pedro Ximénez de Abrill y Tirado fue extensa y variada: divertimentos, minuetos, misas, sinfonías, cuartetos y quintetos forman parte de su repertorio.

Doscientos años antes, cuando los jesuitas llegaron a esta región de América del Sur, se dieron cuenta de que la Cuenca del Plata constituía una unidad geográfica, por la que era relativamente sencillo trasladarse gracias a una extensa red de vías fluviales.

Esa unidad geográfica formó, poco después, una unidad cultural, gracias a las misiones y su trabajo con las distintas poblaciones locales. Una unidad cultural de la que nos quedaron muchas expresiones, pero sobre todo la música.

El trabajo que hacemos en FONPLATA tiene mucho que ver con esta idea de concebir a la Cuenca del Plata como una unidad, y lograr que los cinco países que la conforman trabajen juntos y al unísono, como una orquesta. Cada instrumento con su propio sonido, pero tocando todos al mismo compás. 

Desde hace varios años FONPLATA apoya el Festival Internacional de Música Renacentista y Barroca Americana “Misiones de Chiquitos”, que este año se celebrará entre el 13 y el 22 de abril en varias localidades de Bolivia.

Este año en particular hemos financiado el trabajo de recuperación de la Sinfonía No 11 de Pedro Ximénez de Abrill y Tirado, “La Sinfonía de La Plata”, que en su estreno mundial (el 17 de abril en Santa Cruz de la Sierra) será interpretada por jóvenes músicos de los países de la Cuenca del Plata y dirigida por un joven director argentino. 

De modo que desde las primeras misiones y el encuentro en Bolivia del músico peruano y el mariscal venezolano hasta nuestros días, los sueños de integración de América han seguido vivos y vibrantes.

Para FONPLATA, la música y la cultura son vehículos de comunicación y unión entre los pueblos. Por eso, apoyar estas iniciativas nos parece una excelente manera de dar cumplimiento al mandato de nuestra institución que es fomentar la integración. Una integración que ahora suena al ritmo de las notas que escribió Pedro Ximénez mientras soñaba con una América fuerte y unida.

Publicado en Noticias

-          O investimento mundial em energia solar aumentou 18%

A energia “une o crescimento econômico, o aumento da igualdade social e o meio-ambiente, e permite que o mundo prospere”, destaca um relatório da ONU Meio Ambiente divulgado este mês. “Tendências globais no investimento em energias renováveis 2018” apresenta a evolução do setor energia em escala global com ênfase em alguns países da América do Sul.  

A agência destaca o recorde de 98 gigawatts (GW) gerados somente pela energia solar em escala mundial em 2017, “38% da capacidade total gerada pela rede”, segundo o documento. O investimento neste setor é superior ao destinado a fábricas de produção de energia a carvão, gás, petróleo e nuclear, e aumentou a capacidade da geração elétrica que os combustíveis fósseis em 2017.

O relatório destaca que cada vez mais alternativas não fósseis, como a energia solar ou a eólica, apresentam custos cada vez mais baratos e retornos favoráveis de investimento, apesar do fim de alguns incentivos e subsídios. “Desde 2004, o mundo investiu US$2,9 bilhões nestas fontes de energia”, destaca o estudo.

A geração de energia é um dos pontos-chave em termos de infraestrutura, sobretudo para os países em vias de desenvolvimento. Esta capacidade é transformada em um atrativo para novos investimentos, porque são sinônimo de maior competitividade e eficiência.

Este sistema tem impacto direto na logística de um país, com consequências para sua sustentabilidade financeira, ambiental e social, enfatiza o relatório.

Bacia do Prata

Nos países da Bacia do Prata, o relatório destaca alguns investimentos, sem limitar-se à produção da energia solar. Em 2017, a Argentina manteve investimentos em novas fontes de energia, após o período de recessão, e aumentou o incentivo ao setor de energia em quase nove vezes, a $1,8 milhões.     

O Brasil, por sua vez, depois do boom do biocombustível, em 2007-2008, desde 2010 manteve o investimento. O financiamento de ativos de energia renovável aumentou de US$ 4,9 milhões em 2016 para US$ 5,5 milhões em 2017, com dois terços dessa quantidade destinados à energia eólica.

A ONU Meio Ambiente destaca que o investimento em energias renováveis no Uruguai saturou o mercado, o que acabou gerando uma queda nos novos aportes ao setor. A agência não inclui o Paraguai e a Bolívia no relatório.

No entanto, há investimentos. Em Potosí, no sul da Bolívia, o FONPLATA financia US$10 milhões do programa “Colhendo água, semeando luz”, que integra serviços de água segura e energia elétrica através de painéis fotovoltaicos, e que cobre 5 mil residências.

 

Publicado en Noticias

-          La inversión mundial en energía solar aumentó 18%

La energía “une el crecimiento económico, el aumento de la equidad social y el medioambiente, que permiten que el mundo prospere”, destaca un informe de ONU Medio Ambiente difundido este mes. “Tendencias globales en la inversión en energías renovables 2018”  recoge la evolución del sector energía a escala global con énfasis en algunos países de Suramérica.  

La agencia destaca el record de 98 gigavatios (GW) generados únicamente por energía solar a escala mundial en 2017, “un 38% de capacidad neta generada por la red”, según el documento. La inversión en este sector es superior a la realizada en plantas de carbón, gas, petróleo y energía nuclear, y agregó más capacidad de generación eléctrica que los combustibles fósiles en 2017.

El informe evidencia que cada vez más alternativas no-fósiles, como la energía solar o la eólica, presentan costos decrecientes y retornos favorables de inversión, a pesar del fin de algunos incentivos y subsidios. “Desde 2004, el mundo ha invertido US$2,9 billones (millones de millones) en estas fuentes de energía”, destaca el estudio.

La generación de energía es uno de los puntos claves en términos de infraestructura, sobre todo para los países en vías de desarrollo. Esta capacidad es convertida en un atractivo para nuevas inversiones, pues son sinónimo de mayor competitividad y eficiencia.

Este sistema tiene impacto directo en la logística de un país, con consecuencias para su sostenibilidad financiera, ambiental y social, dice el informe.

Cuenca del Plata

En los países de la Cuenca del Plata, el informe destaca algunas inversiones en generación , sin concentrarse en la producción de energía solar. En 2017 Argentina mantuvo la negociación en nuevas fuentes de energía, tras el periodo de recesión, y aumentó el incentivo a su sector energético en casi nueve veces, a $1,8 millones.     

Brasil, por su parte, después del boom del biocombustible, en 2007-2008, ha mantenido la inversión desde 2010. El financiamiento de activos de energía renovable aumentó de US$ 4,9 millones en 2016 a US$ 5,5 millones en 2017, con dos tercios de esa cantidad destinados a la energía eólica.

Sin embargo, ONU Medio Ambiente destaca que la inversión en energías renovables en Uruguay saturó el mercado, lo que generó una caída en los nuevos aportes al sector.  ONU Medio Ambiente no incluye Paraguay y Bolivia en el informe.

Sin embargo hay inversiones. En Potosí, sur de Bolivia, FONPLATA financia US$10 millones del programa “Cosechando agua, sembrando luz”, que integra servicios de agua segura y energía eléctrica a través de paneles fotovoltaicos, y cubre 5 mil hogares.

Publicado en Noticias

Por Juan Notaro

 

Más de 273 millones de personas, que hoy tienen un acceso al agua potable, que varía entre el 60 y el 90% de la población, están bien posicionadas para alcanzar las Metas de Desarrollo Sostenible de Naciones Unidas, que establecen que para 2030 debe haber acceso universal  y equitativo al agua y el saneamiento para todos. 

 

(Publicado originalmente en la columna mensual del autor en El Huffington Post)

 

En efecto, recientemente,  concluyó en Brasil el Foro Mundial del Agua, que coincidió, además, con el Día Mundial que la ONU dedica al líquido, este año enfocado en la gestión sostenible de los recursos hídricos: es decir que la gestión eficiente permita que haya agua para los habitantes actuales  y futuros del planeta.

 

La alerta es clara. "Si hasta el 2050 no hacemos nada, cerca de cinco mil millones de personas vivirán en áreas con poco acceso al agua", afirmó Audrey Azoulay, directora general de la UNESCO, en la apertura del evento, realizado en Brasilia, la capital de Brasil.

El calentamiento global es una de las causas de la sequía en diversas partes del planeta. La escasez de agua alcanza más del 40% de la población mundial. Es urgente encontrar formas de usar el agua de manera más racional para todos. 

 

En el evento se aprobó una Declaración de principios por parte de jueces de todo el mundo que llevan temas de agua en sus respectivos países. El primero de esos principios establece que el agua debe ser considerada un bien de interés público y es deber de los Estados administrarla y protegerla para el bien de las generaciones actuales y futuras. 

 

Afortunadamente, vivimos en la región más rica en agua de todo el mundo. En América Latina se concentran el 33% de todos los recursos hídricos de la humanidad. Lamentablemente, sin embargo, también somos uno de los continentes que peor la administra, con zonas que padecen de sequía o regiones en las que no hay suficiente infraestructura de agua y saneamiento.

 

Según CAF – Banco de Desarrollo de América Latina, “para cubrir la demanda de infraestructura hídrica en América Latina es necesario invertir el 0,3% del PIB hasta 2030, unos niveles de inversión que no se han cumplido hasta la fecha. Pero teniendo en cuenta que el costo de la mala calidad del agua representa entre el 1 y 2% del PIB, este esfuerzo tiene una relación coste-beneficio muy favorable”.

 

En otras palabras, el costo económico (además de las consecuencias sociales y para la salud humana) de tener agua de mala calidad o no tener acceso al líquido, rebasa con creces la inversión requerida en infraestructura de agua y saneamiento para cubrir las necesidades de la población latinoamericana.

 

En FONPLATA estamos apoyando a los países miembros a hacerle frente a los problemas que genera la falta del líquido o la ausencia de una infraestructura adecuada para que llegue a todos sus ciudadanos. 

 

En el Programa de Desarrollo Social en Áreas de Frontera del Noroeste y del Nordeste Argentino, también conocido como PROSOFA, FONPLATA financió el 90% (poco más de US$28 millones) para el proyecto de agua potable con la ampliación de la cobertura y la mejora de la calidad de los servicios de agua en las comunidades rurales en las provincias de Misiones, Catamarca y Santiago del Estero.

 

En Potosí, departamento del sureste de Bolivia, el programa "Cosechando agua, sembrando luz" es modelo integral de servicios de agua y de energía eléctrica a través de paneles de energía solar. Se financiaron US$10 millones para llevar este proyecto a unas cinco mil familias rurales y en situación de extrema pobreza.

 

La contaminación en los márgenes de los ríos también significa riesgo de contaminación. En Brasil existen tres programas del FONPLATA para la preservación de afluentes. Uno de ellos es dirigido a la cuenca del arroyo Diluvio, en Rio Grande do Sul, cuyo aporte fue de US$1,1 millón. Medidas similares se aplican en el Imbirussu y el Sóter, arroyos ubicados en el estado de Mato Grosso do Sul.

 

El impacto causado por las enfermedades tiene efectos directos en la economía familiar. Erradicar problemas de salud causados ​​por el agua no tratada es uno de los focos del programa de cooperación en las obras en algunos departamentos de frontera en Paraguay.

 

El programa "Brasilia, capital das aguas", con un financiamiento de más de US$40 millones, busca mejorar la disponibilidad de agua en los principales reservorios de la capital brasileña, aquejada por problemas periódicos de sequía, así como mejorar las condiciones ambientales del Lago Paranoá, además de crear zonas para el esparcimiento y el deporte en los alrededores de ese cuerpo de agua. 

 

Por otro lado, en la Cuenca Hidrográfica del Río Santa Lucía, en Uruguay, se trabaja en mejorar la calidad ambiental con la reducción de la concentración de materia orgánica. En este programa FONPLATA financia US$30,5 millones.

 

Son obras con las que, junto a los países miembros, estamos haciendo realidad el sueño de agua potable para todos y un futuro de buena salud, desarrollo y mejores oportunidades para decenas de miles de personas en la Cuenca del Plata.

 

(*) Juan Notaro es el presidente Ejecutivo de FONPLATA. 

Publicado en Noticias
Viernes, 02 Marzo 2018 11:57

2030: Água para todos na Bacia do Prata

Por Juan Notaro

Mais de 273 milhões de pessoas que hoje têm acesso a água potável, o que varia entre 60% e 90% da população, estão bem posicionadas para alcançar as Metas do Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, que determinada que para 2030 deve ter acesso universal e equitativo à água e ao saneamento para todos. 

(Publicado originalmente na coluna mensal do autor em El Huffington Post)

De fato, recentemente, foi realizado no Brasil o 8° Fórum Mundial da Água, que coincidiu com o Dia Mundial que a ONU dedica a este líquido, este ano enfocado na gestão sustentável dos recursos hídricos: o que significa que a gestão eficiente permita que a água chegue aos atuais e futuros habitantes do planeta.

O alerta é claro. "Se até 2050 não fizermos nada, cerca de cinco bilhões de pessoas irão viver em áreas com pouco acesso à água", afirmou Audrey Azoulay, diretora geral da UNESCO, na abertura do evento, realizado em Brasília, a capital do Brasil.

O aquecimento global é uma das causas da seca em diversas partes do planeta. A escassez de água chega a mais de 40% da população mundial. É urgente encontrar maneiras de usar a água de forma mais racional para todos.

No evento foi aprovada uma declaração de princípios por parte de juízes de todo o mundo que abordam temas referentes a água em seus respectivos países. O primeiro desses princípios estabelece que a água deve ser considerada um bem de interesse público e é dever dos Estados administrá-la e protegê-la para o bem das atuais e futuras gerações. 

Por sorte, vivemos na região mais rica em água de todo o mundo. Na América Latina estão concentrados 33% de todos os recursos hídricos da humanidade. Infelizmente, no entanto, também somos um dos continentes que pior a administra, com regiões que padecem com a seca ou regiões nas quais não há suficiente infraestrutura de água e saneamento.

De acordo com CAF - o Banco de Desenvolvimento da América Latina - “para cobrir a demanda de infraestrutura hídrica na América Latina é necessário investir 0,3% do PIB até 2030, níveis de investimento que até o momento ainda não foram realizados. Mas, tendo em conta que o custo da má qualidade da água representa entre 1 e 2% do PIB, este esforço tem uma relação custo-benefício muito favorável”.

Em outras palavras, o custo econômico (além das consequências sociais e à saúde humana) de ter água de má qualidade ou não ter acesso ao líquido ultrapassa e muito o investimento necessário em infraestrutura de água e saneamento para cobrir as necessidades da população latino-americana.

No FONPLATA estamos apoiando os países-membros a enfrentar os problemas gerados pela falta do líquido ou pela ausência de uma infraestrutura adequada para chegar a todos os seus cidadãos. 

No Programa de Desenvolvimento Social em Áreas de Fronteira do Noroeste e do Nordeste Argentino, também conhecido como PROSOFA, o FONPLATA financiou 90% (pouco mais de US$28 milhões) para o projeto de água potável com a ampliação da cobertura e do aprimoramento da qualidade dos serviços de água nas comunidades rurais nas províncias de Misiones, Catamarca e Santiago del Estero.

Em Potosí, departamento do sudeste da Bolívia, o programa "Colhendo água, semeando luz" é um modelo integral de serviços de água e de energia eléctrica através de painéis de energia solar. Foram financiados US$10 milhões para levar este projeto a quase cinco mil famílias rurais e em situação de extrema pobreza.

A contaminação nas margens dos rios também significa risco de contaminação. No Brasil existem três programas do FONPLATA para a preservação de afluentes. Um deles é direcionado à bacia do Córrego Dilúvio, no Rio Grande do Sul, cujo aporte foi de US$1,1 milhão. Medidas similares foram destinadas ao Imbirussú e ao Sóter, riachos localizados no estado do Mato Grosso do Sul.

O impacto causado pelas doenças tem efeitos diretos na economia familiar. Erradicar problemas de saúde causados ​​pela água não tratada é um dos focos do programa de cooperação nas obras em alguns departamentos de fronteira no Paraguai.

No programa "Brasília, capital das águas", com um financiamento de mais de US$40 milhões, a meta é melhorar a disponibilidade da água nos principais reservatórios da capital brasileira, afetadas por problemas constantes de seca, também melhorar as condições ambientais do Lago Paranoá, além de criar áreas para o lazer e esporte nas cercanias desse local. 

Por outro lado, na Bacia Hidrográfica do Rio Santa Lucía, no Uruguai, os trabalhos visam melhorar a qualidade ambiental com a redução da concentração de matéria orgânica. Neste programa o FONPLATA financia US$30,5 milhões.

São obras que, junto com os países-membros, estamos tornando realidade o sonho da água potável para todos e um futuro de boa saúde, desenvolvimento e melhores oportunidades para dezenas de milhares de pessoas na Bacia do Prata.

 

 (*) Juan Notaro é o presidente executivo do FONPLATA 

Publicado en Noticias

Financiamos vários projetos para garantir que o líquido chegue àqueles que mais precisam.

 

O alerta é claro. “Se até o 2050 não fizermos nada, cerca de cinco bilhões de pessoas irão viver em áreas com pouco acesso à agua”, afirmou Audrey Azoulay, diretora geral da UNESCO, na abertura do 8° Fórum Mundial da Água, realizado em Brasília, a capital do Brasil.

O aquecimento global é um dos responsáveis pela seca em diversas partes do planeta. A escassez de água atinge mais de 40% da população mundial. É urgente encontrar formas de usar a água de maneira mais racional para todos.

No FONPLATA são financiados projetos que têm a ver com esse uso racional e eficiente deste líquido nos seus cinco países-membros.

No Programa de Desenvolvimento Social em Áreas de Fronteira do Noroeste e do Nordeste Argentino, também conhecido como PROSOFA, o FONPLATA financiou 90% (pouco mais de US$28 milhões) para o projeto de água potável com a ampliação da cobertura e melhoria da qualidade dos serviços de água nas comunidades rurais nas províncias de Misiones, Catamarca e Santiago del Estero.

Na cidade de Posadas, também na Argentina, existem projetos de saneamento de rios. Foram destinados US$2,2 milhões para apoiar a infraestrutura local e a salubridade da população desta cidade, cuja economia gira em torno do turismo.   

Em Potosí, departamento do sudeste da Bolívia, o “Cosechando agua, sembrando luz” é um modelo integral de serviços de água e de energia elétrica através de painéis de energia solar. Foram financiados US$10 milhões para levar este projeto a cerca de cinco mil famílias rurais e em situação de extrema pobreza.

A poluição nas margens dos rios também significa risco de contaminação. No Brasil existem três programas do FONPLATA para a preservação de afluentes. Um deles é direcionado à bacia do Córrego Dilúvio, no Rio Grande do Sul, cujo aporte foi de US$1,1 milhão.  O mesmo cuidado é destinado ao Imbirussu e ao Sóter, riachos localizados no estado de Mato Grosso do Sul.

O impacto causado por doenças tem efeitos diretos na economia familiar. Erradicar problemas de saúde causados pela água não tratada é um dos focos do programa de cooperação nas obras em alguns departamentos de fronteira no Paraguai

Na Bacia Hidrográfica do Rio Santa Lucía, no Uruguai, trabalhamos para melhorar a qualidade ambiental com a redução da concentração de matéria orgânica. Neste programa o FONPLATA financia US$30,5 milhões.  

 

Publicado en Noticias

Financiamos varios proyectos para asegurar que el líquido llegue a quienes más lo necesitan.

 

La alerta es clara. "Si hasta el 2050 no hacemos nada, cerca de cinco mil millones de personas vivirán en áreas con poco acceso al agua", afirmó Audrey Azoulay, directora general de la UNESCO, en la apertura del 8 ° Foro Mundial del Agua, realizado en Brasilia, la capital de Brasil.

El calentamiento global es una de las causas de la sequía en diversas partes del planeta. La escasez de agua alcanza más del 40% de la población mundial. Es urgente encontrar formas de usar el agua de manera más racional para todos.

En FONPLATA se financian proyectos que tienen que ver con ese uso racional y eficiente del líquido en sus cinco países miembros.

En el Programa de Desarrollo Social en Áreas de Frontera del Noroeste y del Nordeste Argentino, también conocido como PROSOFA, FONPLATA financió el 90% (poco más de US$28 millones) para el proyecto de agua potable con la ampliación de la cobertura y la mejora de la calidad de los servicios de agua en las comunidades rurales en las provincias de Misiones, Catamarca y Santiago del Estero.

En la ciudad de Posadas, también en Argentina, existen proyectos de saneamiento de ríos. Se destinaron US$2,2 millones para apoyar la infraestructura local y la salubridad de la población de esta ciudad, cuya economía gira en torno al turismo.

En Potosí, departamento del sureste de Bolivia, el programa "Cosechando agua, sembrando luz" es modelo integral de servicios de agua y de energía eléctrica a través de paneles de energía solar. Se financiaron US$10 millones para llevar este proyecto a unas cinco mil familias rurales y en situación de extrema pobreza.

La contaminación en los márgenes de los ríos también significa riesgo de contaminación. En Brasil existen tres programas del FONPLATA para la preservación de afluentes. Uno de ellos es dirigido a la cuenca del arroyo Diluvio, en Rio Grande do Sul, cuyo aporte fue de US$1,1 millón. Medidas similares se aplican en el Imbirussu y el Sóter, arroyos ubicados en el estado de Mato Grosso do Sul.

El impacto causado por las enfermedades tiene efectos directos en la economía familiar. Erradicar problemas de salud causados ​​por el agua no tratada es uno de los focos del programa de cooperación en las obras en algunos departamentos de frontera en Paraguay.

En la Cuenca Hidrográfica del Río Santa Lucía, en Uruguay, se trabaja en mejorar la calidad ambiental con la reducción de la concentración de materia orgánica. En este programa FONPLATA financia US$30,5 millones.

Publicado en Noticias
Página 5 de 11

Proyectos en Argentina

Beneficiarios Argentina

MAYTE OSORIO: "el programa nos ayud…

“Creo que el programa es importante para todas las PYMEs porque nos ayuda a crecer a cada uno en su área. A nosotros nos ayudó el plan de negocios internacional...

Read more
SEDE
 
Santa Cruz de la Sierra, Bolivia
Teléfono +591 3 315 9400
Fax +591 3 3371713
Avenida San Martín #155, barrio Equipetrol, edificio Ambassador Business Center Piso 3
OFICINAS OPERATIVAS DE ENLACE:
 
Buenos Aires, Argentina
Teléfono +54 11 4016 8667
Avenida Belgrano 955, piso 12, C1092AAJ
 
Asunción, Paraguay 
Teléfono +595 21 453 320
Independencia Nacional esquina Fulgencio R. Moreno, piso 15, edificio El Productor

Contacto Linkedin youtube Google+