FONPLATA

Por Juan Notaro*.-

A tecnologia está cada vez mais presente. O modesto dispositivo eletrônico no qual está lendo este texto (e no qual eu as escrevi) tem mais memória e mais funções que os computadores mais poderosos de apenas alguns anos atrás.

Na América Latina mais de 450 milhões de pessoas já estão conectadas a serviços de telefonia celular.

Com este acesso à tecnologia, é surpreendente que — apesar das reformas colocadas em prática nas últimas duas décadas — em muitos sistemas judiciais do nosso continente os documentos ainda sejam escritos em velhas máquinas de escrever e arquivados em papel, o que o torna, além de complicado e pouco prático, sumamente caro.

Este atraso tecnológico se reflete também no envio de expedientes aos respectivos tribunais, na lentidão para aportar provas e até na demora da entrega de documentos, como uma intimação a declarar ou no alvará de soltura.

Estes atrasos, além do mais, quase nunca têm consequências para os funcionários responsáveis por elas.

As limitações nos sistemas de justiça têm impacto real na vida de muita gente e, também, colocam em risco a própria razão de ser do sistema judicial: ou seja, que a justiça chegue de modo eficiente, rápido e oportuno a todos os cidadãos. Em outras palavras, uma justiça lenta não é justiça.

O pior é que, em geral, os que mais sofrem com a morosidade judicial são os cidadãos mais vulneráveis, sem capacidade financeira para arcar com os custos que implica contratar advogados, ou que simplesmente não podem dar-se ao luxo de perder dias de trabalho para fazer trâmites judiciais.

Outro ponto que pesa contra os sistemas judiciais tradicionais é o da falta de credibilidade.

Em poucas palavras, há pouca confiança dos cidadãos da América Latina na justiça. A burocracia do papel é pouco transparente, lenta e limitadamente confiável. Tudo isso representa um grande obstáculo para o desenvolvimento.

O custo desta ineficiência é difícil de estimar, mas está claro que são traduzidas em empresas que aumentam suas margens para se proteger da insegurança jurídica, ou que simplesmente não fazem projetos de investimentos, e cidadãos que aceitam maus acordos para evitar a via dos tribunais, entre outras consequências não desejáveis para a sociedade.

No FONPLATA estamos financiando o programa Justiça 2020, do Ministério de Justiça e Direitos Humanos da Argentina, destinado a uma justiça mais moderna, igualitária e transparente, através da modernização dos registros e da realização de trâmites on line com uma plataforma de participação cidadã.

O programa busca também fomentar os juízos orais para reduzir os prazos processuais. Alguns casos de menores proporções poderão ser resolvidos em poucos dias e sem a atual burocracia.

É uma forma de apoiar a justiça para que progrida e se aproxime das solicitações da sociedade civil em matéria de transparência e igualdade de oportunidades

Além do mais favorecerá a humanização da justiça, com uma relação mais próxima do juiz com as partes em litígio. Naturalmente, tudo isso implica em mudanças na estrutura física dos tribunais e na atualização da tecnologia para gravar e armazenar os arquivos digitais.

Uma eficaz modernização da justiça, tanto na Argentina como nos demais países da região, permitirá destravar processos estancados em trâmites sem fim, dar a uma dona de casa as mesmas ferramentas que a uma grande corporação, e resolver em poucos dias processos que agora demoram anos.

É uma forma de apoiar a justiça para que avance e se aproxime dos requisitos da sociedade civil em matéria de transparência e igualdade de oportunidades para todos os cidadãos.

*Publicado originalmente em Huffington Post

Publicado en Noticias

Por Juan Notaro*.-

La tecnología está cada vez más presente. El modesto dispositivo electrónico en el que está leyendo estas líneas (y en el que yo las redacté) tiene más memoria y más funciones que las computadoras más poderosas de hace apenas algunos años.

En América Latina ya hay más den 450 millones de personas suscritas a servicios de telefonía móvil.

Con este acceso a la tecnología, resulta sorprendente que —pese a las reformas puestas en práctica en las últimas dos décadas— en muchos de los sistemas judiciales de nuestro continente los documentos todavía se escriban en viejas máquinas de escribir y se almacenen en papel, lo cual resulta, además de engorroso y poco práctico, sumamente caro.

Este rezago tecnológico se refleja también en la asignación de expedientes a los tribunales respectivos, en la lentitud para aportar pruebas y hasta en la demora en la entrega de documentos, como una citación a declarar o un boleta de excarcelación.

Estos retrasos, además, casi nunca tienen consecuencias para los funcionarios responsables por ellas.

Las limitaciones en los sistemas de justicia tienen impacto real en la vida de mucha gente y, además, ponen en peligro la razón misma de ser del sistema judicial: es decir, que la justicia llegue de modo eficiente, rápido y oportuno a todos los ciudadanos. En otras palabras, una justicia lenta no es justicia.

Lo peor es que, en general, los que más sufren con la morosidad judicial son los ciudadanos más vulnerables, sin capacidad financiera para hacer frente a los costos que implica contratar abogados, o que simplemente no pueden darse el lujo de perder días de trabajo para hacer trámites judiciales.

Otro punto que pesa en contra de los sistemas judiciales tradicionales, es el de la falta de credibilidad.

En pocas palabras, hay poca confianza de los ciudadanos de América Latina en la justicia. La burocracia de papel es poco transparente, lenta y escasamente confiable. Todo esto representa un gran obstáculo al desarrollo.

El costo de estas ineficiencias es difícil de estimar, pero está claro que se traducen en empresas que aumentan sus márgenes para protegerse de la inseguridad jurídica, o que simplemente no emprenden proyectos de inversión, y ciudadanos que aceptan malos arreglos para evitar la vía de los tribunales, entre otras consecuencias no deseables para la sociedad.

En FONPLATA estamos financiando el programa Justicia 2020, del Ministerio de Justicia y Derechos Humanos de Argentina, orientado a una justicia más moderna, equitativa y transparente, a través de la modernización de los registros y de la realización de trámites en línea con una plataforma de participación ciudadana.

El programa busca también fomentar los juicios orales para reducir los plazos procesales. Algunos casos de menores implicaciones podrán ser solventados en tan sólo algunos días y sin la burocracia actual.

Además, se favorecerá la humanización de la justicia, con una relación más cercana del juez con las partes en litigio. Naturalmente, todo esto requiere cambios en la estructura física de los tribunales y la actualización de la tecnología para grabar y almacenar los archivos digitales.

Una modernización efectiva de la justicia, tanto en Argentina como en el resto de la región, permitirá destrabar procesos estancados en trámites sin fin, darle a un ama de casa las mismas herramientas que a una gran corporación, y solucionar en pocos días procesos que ahora tardan años.

Es una forma de apoyar a la justicia para que avance y se acerque a las demandas de la sociedad civil en materia de transparencia e igualdad de oportunidades para todos los ciudadanos.

*Publicado originalmente en Huffington Post

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Duas das principais qualificadoras de risco do mundo, Moody´s e Standard and Poor´s, confirmaram a avaliação sobre o Fundo Financeiro para o Desenvolvimento da Bacia do Prata, FONPLATA, ao posicionar as qualificações de risco em moeda estrangeira de longo prazo em A2 e A-, respectivamente, e A-2 a curto prazo, na mais recente avaliação do organismo.

Leia aqui os relatórios da Moody´s e da Standard and Poor´s (em inglês).

De acordo com as análises, ambas as instituições destacam o forte perfil financeiro e o crescente perfil de negócios. A S&P destaca as alianças do FONPLATA com outros organismos multilaterais, - como CAF Banco de Desenvolvimento da América Latina e o New Development Bank, o banco de desenvolvimento das economias emergentes (BRICS) - que irão fortalecer a presença da instituição na região.

Moody’s, por sua vez, considera que a incorporação de novos membros com boa qualificação de crédito poderia melhorar a qualidade do apoio dos acionistas e significaria um estímulo favorável para a qualificação do organismo.

A avaliação destas duas qualificadoras coloca o FONPLATA em um nível de risco de crédito mais favorável que o dos cinco países que integram o banco (Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai e Uruguai), o que significa que continua sendo uma fonte confiável de financiamento para seus membros e um aliado regional de peso para outras instituições de crédito.

Fundado em 1974, o Fundo para o Desenvolvimento da Bacia do Prata financia principalmente projetos de pequena e média dimensões realizados em espaços geográficos delimitados, para favorecer um ou mais países a obter melhor inserção nesta sub-região, na região e no mercado global.

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Dos de las principales calificadoras de riesgo del mundo, Moody´s y de Standard and Poor´s, confirmaron su valoración sobre el Fondo Financiero para el Desarrollo de la Cuenca del Plata, FONPLATA, al afirmar las calificaciones de riesgo en moneda extranjera de largo plazo en A2 y A- respectivamente, y A-2 en el corto plazo, en su más reciente evaluación del organismo.

Lea aquí los informes de Moody´s y de Standard and Poor´s (en inglés). 

De acuerdo a sus evaluaciones, ambas instituciones destacan el fuerte perfil financiero y creciente perfil de negocios. Además S&P destaca las alianzas de FONPLATA con otros organismos multilaterales, -como CAF Banco de Desarrollo de América Latina y el New Development Bank, el banco de desarrollo de las economías emergentes (BRICS)- que fortalecerán la presencia de la institución en la región.

Moody’s, por su parte, considera que la incorporación de nuevos miembros con buena calificación de crédito podría mejorar la calidad del respaldo de los accionistas y significaría un impulso positivo para la calificación del organismo.

La valoración de estas dos calificadoras coloca a FONPLATA en un nivel de riesgo crediticio más favorable que el de los cinco países que conforman el banco (Argentina, Bolivia, Brasil, Paraguay y Uruguay), lo cual significa que sigue siendo una fuente confiable de financiamiento para sus miembros y un aliado regional de peso para otras instituciones crediticias.

Fundado en 1974, el Fondo para el Desarrollo de la Cuenca del Plata financia principalmente proyectos de dimensión media y pequeña a ser ejecutados en espacios geográficos delimitados, a fin de favorecer a uno o más países en lograr una mejor inserción en la subregión, en la región y en el mercado global.

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Este 25 de noviembre es el Día Internacional por la Eliminación de la Violencia a la Mujer.

 

El flagelo sigue estando presente en todo el mundo y constituye un obstáculo para el desarrollo. En el gráfico se puede ver cómo es la situación de feminicidios en los cinco países en los que trabaja FONPLATA: Argentina, Bolivia, Brasil, Paraguay y Uruguay.

 

Pero no se trata únicamente de feminicidios. Lamentablemente, la violencia contra la mujer se expresa de muchas otras formas, que atentan contra sus derechos y su dignidad. Las agresiones también pueden ser físicas, verbales, psicológicas, económicos o varias de estas modalidades juntas, y las consecuencias pueden ser fatales.

 

Por eso, les invitamos a reflexionar y a contribuir desde todos los sectores de la sociedad a acabar con la violencia contra las mujeres.

 

Es una responsabilidad de todos! 

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Miércoles, 11 Octubre 2017 18:28

Argentina e Uruguai: líderes em saneamento

Da beira dos rios para os sistemas modernos de água e saneamento, os seres humanos conseguiram grandes progressos no aprimoramento da saúde coletiva. Porém, um de cada cinco habitantes de cidades e comunidades em todo o mundo ainda não têm um lugar limpo no qual fazer suas necessidades, de acordo com a ONG WaterAid

Contar com um lugar higiênico para ir ao banheiro também faz parte dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, afinal a simples dejeção sanitária dos dejetos melhora notavelmente a qualidade de vida de toda uma população e economiza milhões de dólares em custos de saúde que podem ser destinados a outros trabalhos de desenvolvimento.

A falta de privada afeta diretamente a saúde da população já que os excrementos chegam ao meio ambiente sem nenhum tipo de tratamento, transformando áreas antes úteis em lugares insalubres.

Quando os rios são contaminados pelos dejetos, estes se transformam em vetores de doenças que podem causar grandes problemas em mais de uma comunidade. Melhorar a qualidade da água, das instalações de saneamento e de higiene poderiam prevenir a morte de pelo menos 361 mil crianças por ano.

Na Bacia do Rio da Prata

Nos países da Bacia do Rio da Prata (Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai e Uruguai), persistem alguns desequilíbrios entre os países, e em alguns deles ainda é preciso fazer mais investimentos para levar o saneamento básico a comunidades tanto urbanas como rurais.

De acordo com dados divulgados em 2014 pela Organização Mundial da Saúde, a Argentina tem 97% de instalações melhoradas, o que situa este país entre um dos que alcançou a meta da Nações Unidas no quesito saneamento básico. O Uruguai acompanha a Argentina com 96% de instalações melhoradas; seguido pelo Paraguai, com 80%.

O Brasil, de acordo com o levantamento, progrediu adequadamente rumo à erradicação da falta de saneamento, mas ainda falta para que o gigante sul-americano alcance os números de cobertura similares aos dos demais países da Bacia do Prata.

Bolívia, por sua vez, tem 46% de instalações melhoradas, o que indica que este país continua caminhando rumo à meta estabelecida pelas Nações Unidas para aumentar sua rede de saneamento básico.

Para melhorar as condições em algumas das cidades e comunidades da região da Bacia do Rio da Prata, o FONPLATA financia a instalação de sistemas de água e saneamento em diversos locais, como Joinville, no Brasil; Aristóbulo del Valle, na Argentina; e San Ramón, no Uruguai.

Algumas curiosidades sobre o saneamento (ou a falta de):

• Uma em cada três pessoas não utiliza instalações de saneamento melhoradas.

• Desde 1990, 2,6 bilhões de pessoas puderam ter acesso a instalações de saneamento melhoradas.

• Cinco países (Índia, Indonésia, Nigéria, Etiópia e Paquistão) representam 75% mundial da defecação ao ar livre.

• Na Índia existem mais celulares que sanitários, por isso um grupo de engenheiros criou uma aplicação que informa onde estão localizados os banheiros disponíveis no país.

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O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) aprovou um empréstimo de US$ 100 milhões ao Fundo Financeiro para o Desenvolvimento da Bacia do Prata (FONPLATA) para potencializar a integração econômica e social nessa região hidrográfica, que é compartilhada por Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai e Uruguai.

A operação visa a reduzir assimetrias de integração e de desenvolvimento nas áreas fronteiriças da bacia e, em particular, no Corredor das Missões Jesuíticas e seus diversos circuitos como marco geográfico de integração e eixo de intervenção.

O programa financiará investimentos multissetoriais de alto impacto e valor local, e permitirá a potencialização de oportunidades econômicas, sociais e culturais. Serão financiados projetos de integração regional em turismo, infraestrutura de conectividade, desenvolvimento de cidades fronteiriças, desenvolvimento institucional e governança, entre outros.

Com os recursos do BID, o FONPLATA oferecerá subempréstimos aos países da bacia para projetos elegíveis que contribuam para os objetivos de integração regional, e que gerem benefícios para duas ou mais nações.

Esta operação pode ser replicada em outros eixos de integração associados a temas econômicos, sociais e culturais que unam os países em suas áreas fronteiriças. Para isso, o programa é estruturado no âmbito do Mecanismo de Financiamento Flexível (FFF) do BID e complementa diversas iniciativas de integração regional que são apoiadas no Cone Sul.

A parceria entre o BID e o FONPLATA começou nos anos 80. Além do apoio direto do BID para o fortalecimento do FONPLATA ao início de suas atividades, as instituições desenvolveram nos últimos anos operações conjuntas em vários dos países membros do FONPLATA em integração, infraestrutura, assim como melhoria de cidades e bacias.

Sobre o FONPLATA

O FONPLATA é um organismo com personalidade jurídica internacional criado em 1974 por Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai e Uruguai. Sua missão é apoiar a integração dos países membros para alcançar um desenvolvimento harmônico e inclusivo nas áreas geográficas de influência da Bacia do Prata e entre elas, com especial foco no financiamento de projetos de dimensão média e pequena que complementem os esforços de outras agências de desenvolvimento nacionais e regionais.

Sobre o BID

O Banco Interamericano de Desenvolvimento tem como missão melhorar a vida dos habitantes da região. Fundado em 1959, o BID é uma das principais fontes de financiamento de longo prazo para o desenvolvimento econômico, social e institucional da América Latina e do Caribe. O BID também realiza projetos de pesquisa de vanguarda e oferece assessoria estratégica sobre políticas, assistência técnica e capacitação para clientes públicos e privados em toda a região.

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Se você sente muita sede, vontade constante de urinar, sonolência, formigamento nas mãos e nos pés, visão turva, cuidado! Você pode estar com diabetes! A cada ano o número de pessoas com esta doença aumenta.

Hoje é o Dia Mundial da Diabetes. A data foi criada para conscientizar as pessoas a reconhecer os sintomas e para orientar os diabéticos sobre os métodos e tratamentos para esta doença que não tem cura, e que pode matar se não for tratada adequadamente.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), em todo o mundo são mais de 400 milhões de pessoas com esta patologia, o que a eleva ao posto de pandemia mundial. Especialistas garantem que este número é ainda maior. A diabetes é silenciosa, ou seja, os sintomas não são visíveis e por isso muitas pessoas não sabem que têm a doença.

Ela aparece quando o pâncreas não produz insulina suficiente ou quando organismo não utiliza adequadamente a insulina que produz.

Os números de casos são alarmantes e não param de subir. O Atlas da Diabetes aponta que até o ano 2040 o número de diabéticos vai aumentar 65% na América do Sul e na América Central. Além disso, a cada seis segundos uma pessoa morre de diabetes em todo o mundo, número equivalente a cinco milhões de óbitos por ano. Entre cada 11 adultos um tem diabetes.

Quando é congênita ou do tipo 1 a doença, em geral, afeta crianças e corresponde a cerca de 10% dos casos. Já a do tipo 2, também chamada mellitus, é responsável por 90% dos casos e se desenvolve de forma lenta, geralmente, em pessoas sedentárias de meia-idade e com má alimentação. Mais de 90% dos casos são do tipo 2 e costumam estar relacionados a casos de excesso de peso e ao sedentarismo.

Esta forma silenciosa do organismo lutar contra o estresse do dia a dia pode ser devastadora. A diabetes causa cegueira e às vezes é preciso fazer amputações, entre outros problemas caso não seja tratada a tempo.

Diabetes versus desenvolvimento

Outras consequências da diabetes são os prejuízos pessoais e sociais. A doença também é um entrave ao desenvolvimento. Quem é diabético precisa investir parte do salário em remédios e tratamentos. Sem contar na redução da expectativa de vida e as limitações impostas tanto àqueles que têm a doença como aos seus familiares. Este é o motivo da redução de poder aquisitivo e da limitação da produção de bens.

Esta doença gera altos custos em serviços de saúde. A diabetes é um verdadeiro limitante para o crescimento pessoal e social, por isso a prevenção é tão importante.

 

Situação no nosso continente

Na Argentina, pelo menos 2,5 milhões de pessoas convivem com a doença. De acordo com a OMS, até 2020 este número pode subir para quatro milhões. Da mesma forma que em outros países, cerca de 50% dos argentinos com diabetes desconhecem ter a doença e por isso não fazem tratamento.

Já na Bolívia, nos últimos anos o número de casos de diabetes subiu entre 30 e 40%. De acordo com o Programa Nacional de Doenças Não Transmissíveis do Ministério da Saúde, em 2011 foram registrados 64 mil novos casos, número considerável para um país com pouco mais de 10 milhões de habitantes. Este número tende a aumentar por causa do estilo de vida e pelos hábitos alimentares.   

De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), pelo menos 12 milhões de brasileiros têm diabetes, o equivalente a 8% da população.

Nos últimos anos no Paraguai a população com diabetes subiu para 10%. Pelo menos 90% destes novos casos são do tipo 2, a mellitus, e podiam ter sido evitados. Os motivos do desenvolvimento da doença se repetem: má alimentação e sedentarismo.

Os números também são altos no Uruguai, onde 8,2% da população padecem da doença. Segundo a Associação de Diabetes do Uruguai (ADU), este número pode ser ainda maior.

De acordo com a OMS, entre 20% e 40% dos latino-americanos são sedentários ou não realizam suficiente atividade física diariamente. Este número é ainda maior entre jovens de 11 a 17 anos. Dentro desta faixa etária, entre 78% e 91% não fazem exercícios.

Uma dieta rica em fibras, com baixo consumo de carboidratos e açúcar e a prática de exercícios físicos de forma regular podem ajudar a evitar a doença. No México, por exemplo, o governo decidiu aumentar o imposto aos refrigerantes, uma medida drástica para frear a ingestão de doces e assim reduzir o aumento de obesos e de diabéticos. 

Os pesquisadores alertam que perder peso pode reduzir o risco de diabetes tipo 2 em cerca de 58% e a prática de uma atividade física regular em cerca de 64%.

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Si sientes mucha sed, necesidad constante de orinar, somnolencia, adormecimiento en las manos y en los pies, visión borrosa, ¡cuidado! Podrías tener diabetes! Cada año el número de personas con esta enfermedad aumenta.

Hoy es el Día Mundial de la Diabetes. La fecha fue creada para concientizar en torno a la importancia de reconocer los síntomas y orientar a los diabéticos sobre los métodos y tratamientos para esta enfermedad que no tiene cura, y que puede ser mortal si no es tratada adecuadamente.

De acuerdo con la Organización Mundial de la Salud (OMS), en el mundo hay más de 400 millones de personas con esta patología, lo que la convierte en una pandemia mundial. Algunos especialistas consideran que el número de afectados es todavía mayor. La diabetes es silenciosa, es decir, no suele presentar síntomas visibles, por eso, muchas personas no saben que la padecen.

Aparece cuando el páncreas no produce insulina suficiente, o cuando el organismo no utiliza adecuadamente la insulina que produce.

Los números de casos son alarmantes y no paran de subir. El Atlas de la Diabetes apuntó que antes del año 2040 la cifra de diabéticos aumentará 65% en América del Sur y en América Central. Además, cada seis segundos muere de diabetes una persona, número equivalente a cinco millones de muertes al año. Uno de cada 11 adultos uno tiene diabetes.

Cuando es congénita o del tipo 1, la enfermedad en general, afecta niños y corresponde a cerca del 10% de los casos. Ya la del tipo 2, también llamada mellitus, es responsable del 90% de los casos y se desarrolla de forma lenta, generalmente en personas sedentarias de mediana edad y con mala alimentación. Más del 90% de los casos son del tipo 2 y suelen estar relacionados a casos de excesos de peso y/o sedentarismo.

Esta forma silenciosa del organismo de luchar contra el estrés del día a día puede ser devastadora. La diabetes causa ceguera y a veces requiere amputaciones, entre otros problemas en caso no sea tratada a tiempo.

Diabetes versus desarrollo

Otras consecuencias de la diabetes son los perjuicios personales y sociales. La enfermedad también es un obstáculo al desarrollo. Un diabético debe invertir parte de su salario en remedios y tratamientos. Sin contar la reducción de la expectativa de vida y las limitaciones impuestas tanto a aquellos que tienen la enfermedad como a sus familiares.

Este es el motivo de la reducción de poder adquisitivo y la limitación de la producción de bienes. Esta enfermedad genera altos costos en servicios de salud. La diabetes es un verdadero limitante para el crecimiento personal y social, por eso la prevención es tan importante.

Situación en nuestro continente

En Argentina, al menos 2,5 millones de personas conviven con la enfermedad. De acuerdo con la OMS, hasta 2020 este número puede aumentar hasta cuatro millones. De la misma forma que en otros países, cerca del 50% de los argentinos con diabetes, desconocen tener la enfermedad, por eso no reciben tratamiento.

En Bolivia, en los últimos años el número de casos de diabetes subió entre 30 y 40%. De acuerdo con el Programa Nacional de Enfermedades no transmisibles del Ministerio de Salud, en 2011 fueron registrados 64 mil nuevos casos, número considerable para un país con poco más de 10 millones de habitantes. Este número tiende a aumentar a causa del estilo de vida y por los hábitos alimenticios.

De acuerdo con la Sociedad Brasilera de Diabetes (SBD), por lo menos 12 millones de brasileros tienen diabetes, el equivalente al 8% de la población.

En los últimos años en Paraguay la población con diabetes subió a 10%. Por lo menos el 90% de estos nuevos casos son del tipo 2, la mellitus, y podrían haber sido evitados. Los motivos del desarrollo de la enfermedad se repiten: mala alimentación y sedentarismo.

Los números también son altos en Uruguay, donde 8,2% de la población padece de la enfermedad. Según la Asociación de Diabetes de Uruguay (ADU), este número puede ser todavía mayor.

De acuerdo con la OMS, entre 20% y 40% de los latinoamericanos son sedentarios o no realizan suficientes actividad física diariamente. Este número es aún mayor entre los jóvenes de 11 a 17 años.  Dentro de esta franja etaria, entre 78% y 91% no hacen ejercicios.

Una dieta rica en fibras, con bajo consumo de carbohidratos y azúcar, y la práctica de ejercicios físicos de forma regular, pueden ayudar a evitar la enfermedad. En México, por ejemplo, el gobierno decidido aumentar el impuesto a refrescos, una medida drástica para frenar la ingestión de dulces y así reducir el aumento de obesos y diabéticos.

Los investigadores alertan que perder peso puede reducir el riesgo de diabetes tipo 2 en cerca del 58% y la práctica de una actividad física regular, en cerca de 64%.

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Vivemos em um mundo globalizado e em mudança. O planeta cada vez mais interconectado e transformador exige que os governos, especialmente os da América Latina, tenham instituições modernas e eficientes que permitam responder aos desafios de uma realidade muito dinâmica. Os Sistemas de Justiça não escapam a isso. Em muitas nações latino-americanas, esses sistemas são caracterizados por lentidão, o difícil acesso e a existência de códigos e leis cuja complexidade e a falta de atualização às vezes impedem a aplicação adequada da lei em benefício dos cidadãos.

Nesses termos, falamos com Diego Pando, que é Doutor em Ciência Política e professor na Escola de Administração e Negócios da Universidade de San Andrés, na Argentina. Pando explica por que é necessário reformar a justiça, fala sobre o estado atual da reestruturação em seu país e cita um caso bem sucedido que já está em andamento.

Por que o Poder Judiciário deve ser modernizado?
O principal motivo que justifica a modernização do Poder Judiciário é a necessidade imperativa de melhorar a produção de bens e serviços públicos, num contexto no qual o Estado desempenha um grande protagonismo no bem-estar da sociedade em áreas de maior intervenção, se compararmos com o que aconteceu no início do século. O quebra-cabeça da modernização do Estado tem um elemento fundamental no Poder Judiciário.

Quem ganhará com a melhoria desse sistema?
A sociedade em geral, seria uma primeira resposta. Sendo mais específico, pensa-se no setor privado, que precisa de regras claras e estáveis no jogo, que podem ser aplicadas para gerar condições de investimento, emprego e crescimento no país. As próprias instituições do setor público também ganhariam com a melhoria da qualidade do controle. E principalmente todos os cidadãos ganhariam, mas especialmente aqueles que menos têm e mais sofrem, que são aqueles que, em última análise, precisam mais do Estado. Como falei anteriormente, o Poder Judiciário desempenha um papel muito importante na produção de bens e de serviços públicos.

FONPLATA e Argentina trabalharão juntos em um projeto para modernizar a Justiça. Como esse projeto ajudará a Justiça do país?
A reforma deveria ser orientada, entre outras questões, para racionalizar processos. O Poder Judiciário na Argentina é caracterizado pela predominância esmagadora da escrita, da documentação viciosa, da proliferação de instâncias, do jargão elitista, notificações e frases difíceis de entender, mesmo para pessoas com boa formação intelectual que não são advogados, uma estrutura de armazenamento de documentos físicos inseguros em termos de segurança e falta de transparência e abertura para a sociedade. Neste contexto, as tecnologias da informação são ferramentas importantes para melhorar a eficiência e a eficácia das ações do órgão judicial. Mas é importante reconhecer que o ecossistema judicial não escapa à tendência geral marcada pelas transformações profundas que produz e pode produzir o uso intensivo das tecnologias da informação para que as organizações fortaleçam suas capacidades de gestão. Na última década, a grande maioria da transformação que as instituições públicas experimentaram na Argentina e internacionalmente foram alcançadas através do uso intensivo da tecnologia da informação, na medida em que são ferramentas poderosas que simplificam procedimentos, reduzem custos e tempos de espera, fortalecem a transparência e a responsabilidade.

Você pode citar casos atualizados e bem sucedidos de modernização de sistemas judiciais em outros países?
Em nossa região, o Poder Judicial da Costa Rica é um caso interessante. Na verdade, já em 2013, foi pedido à Cúpula da Aliança para o Governo Aberto desenvolver uma "Política de Governo Aberto para o Poder Judiciário". Com os desafios que têm, há avanços concretos em relação à maior facilidade de consulta das causas judiciais, possibilidade de ser atendido por um escritório virtual 24 horas por dia, sete dias por semana, apoio ao teletrabalho, redução de custos por transferência e papéis, melhor atendimento ao público, gerenciamento mais integrado de informações em processos judiciais, localização de arquivos, melhores informações para tomar decisões, menor quantidade de afluência de público, evitando assim a perda de arquivos ou documentos, economia de papel e materiais de impressão, redução do espaço necessário para arquivamento de expedientes.

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