FONPLATA

FONPLATA financia parte do projeto de revitalização das áreas turísticas da cidade

Marcelo Iunes, prefeito de Corumbá, no estado de Mato Grosso do Sul, Brasil, garantiu esta semana em Brasília, a capital do país, que os recursos aprovados através de emenda parlamentares serão destinados na íntegra para a construção do Distrito Turístico de sua cidade, de acordo com a publicação Folha MS e com o portal oficial da Prefeitura.  

O FONPLATA financia parcialmente estas obras de revitalização da cidade, que é considerada a capital do Pantanal. Em 2016 o município recebeu 217 mil turistas, sendo que um terço deste número era de visitantes internacionais. O turismo aportou em 2015 cerca de R$320 milhões, o equivalente a 5% do PIB municipal.  

No projeto também estão previstas a estruturação de um Terminal Hidroviário de Embarque de Passageiros e um deck para visitas turísticas, como parte do projeto de renovação da Orla Portuária de Corumbá.

Publicado en Noticias

FONPLATA financia parte del proyecto de revitalización de las áreas turísticas de la ciudad

Marcelo Iunes, alcalde de la ciudad de Corumbá, en el estado de Mato Grosso do Sul, Brasil, garantizó esta semana en Brasilia, la capital del país, que los recursos aprobados por vía de enmiendas parlamentarias serán destinados en su totalidad a la construcción del llamado Distrito Turístico de su ciudad, según destacan Folha MS y la web oficial del Ayuntamiento.

FONPLATA financia parcialmente estas obras de revitalización de la ciudad, que es considerada la capital del Pantanal sur-mato-grossense. En 2016 el municipio recibió 217 mil turistas, un tercio de ellos visitantes internacionales. El turismo aportó en 2015 cerca de R$320 millones, un 5% del PIB municipal.

En el proyecto se prevé también la construcción de un Terminal Hidroviario de Embarque de Pasajeros y un deck para Visitas Turísticas, como parte de la renovación de la Orla Portuaria de Corumbá.

Publicado en Noticias

El proyecto impulsará el desarrollo de la provincia del Chaco y cuenta con financiamiento de FONPLATA.

Las obras del Puerto Las Palmas presentan un progreso “superior al 88%”, destacaron los diarios Chaco Hoy y Diario Chaco, así como el portal oficial de Noticias del Chaco. Este proyecto apoya el desarrollo logístico de esta provincia argentina cuya economía depende en buena forma del comercio de cereales.

FONPLATA financia la primera etapa de la obra, que incluye la construcción de una barrera y un muelle, ambos con 140 metros de longitud, para que atraquen las embarcaciones.

Esta inversión ayudará a aumentar la capacidad productiva de la provincia. Con el pleno funcionamiento del puerto, por el lugar transitarán cerca de 100 mil camiones por año.

La economía y la población local serán las principales beneficiadas con la inversión que va a aumentar el flujo de capitales y los puestos de trabajo en la región.

De acuerdo con Fabián Echezarreta, ministro de Infraestructura de Argentina, esta ampliación va a garantizar una mayor operatividad del puerto, que podrá funcionar con cargas a granel y contenedores durante las 24 horas.

Publicado en Noticias

Las máquinas están listas para empezar a trabajar y ya hay un campamento para los trabajadores.

 

Los diarios ADN Paraguayo, La Nación y el Ministerio de Obras Públicas y Comunicaciones de Paraguay (MOPC) anunciaron el inicio de las obras de construcción del segundo tramo de la ruta Pilar -Alberdi, un trecho de poco más de 38 kms desde Río Tabicurar a Pilar. La obra permitirá ampliar el acceso a la ciudad de Pilar.

 

En el área ya están las máquinas e instalaciones para iniciar los trabajos técnicos y administrativos de la obra. Incluso ya está construido el campamento de los obreros y profesionales que ejecutarán la construcción. La información fue dada por el jefe de la Unidad Ejecutora del proyecto del FONPLATA, ingeniero René Peralbo.

 

En cuanto a los trabajos de topografía, Peralbo destacó que ya se han extraído muestras de cada 500 metros del eje y de los bordes para identificar el tipo de suelo con el que están trabajando. De acuerdo con el supervisor Alfredo Díaz Fretes, los trabajos de movimiento de tierra comenzarán los primeros días de marzo.

 

Pilar es un importante centro urbano, turístico e industrial de Paraguay. Está ubicada a unos 360 kilómetros de Asunción, a orillas del Río Paraguay y en la frontera con Argentina. La distancia hizo que esta localidad estuviera aislada del resto del país durante muchos años, sobre todo porque en el pasado no contaba con una carretera pavimentada.

Publicado en Noticias

- Novo índice de crescimento inclusivo do FEM, um passo à frente 

Por Juan Notaro* 

Diante do crescimento do PIB de um país, tradicionalmente ouvimos declarações públicas sobre o progresso econômico que isso implica para o país e seus habitantes. 

Esta afirmação, que é basicamente certa em termos macroeconômicos, normalmente não é percebida desta forma por seus cidadãos quando relacionam este índice à própria renda, progresso econômico ou melhoria de sua qualidade de vida.

Parece haver um consenso cada vez mais amplo de que o Produto Interno Bruto (PIB) é uma indispensável referência do estado econômico de um país, mas que não deveria ser o único. Por exemplo, o Banco Mundial incluiu variáveis sobre sustentabilidades e meio-ambientais em seu inovador Índice da Riqueza das Nações, publicado recentemente. 

Agora é o Fórum Econômico Mundial (WEF, nas siglas em inglês) que nos surpreendeu satisfatoriamente com a publicação do Índice de Desenvolvimento Inclusivo. O novo parâmetro utiliza além do crescimento, outros onze fatores para medir o desenvolvimento econômico.

Estas outras dimensões que levadas em conta têm a ver com a estabilidade e o progresso dos países a longo prazo, considerando fatores como a inclusão, a igualdade intergeracional e a administração sustentável dos recursos naturais, entre outros. 

Esta forma de avaliação da riqueza é particularmente significativa nestes tempos, sobretudo por causa da bonança das matérias-primas da década passada.

Vários países mostraram altos crescimentos de suas economias, com uma significativa redução da pobreza que não têm sido possível sustentar ao mesmo nível ao longo do tempo. 

Nós que trabalhamos em instituições de desenvolvimento sabemos que uma das coisas mais difíceis de conseguir é, exatamente, que o impacto de nossa ação contribua para a viabilidade a longo prazo dos países nos quais trabalhamos e não somente superar as difíceis conjunturas. 

No entanto não surpreende que a Noruega apareça como o Número 1 no Índice, chama a atenção a desconexão entre o crescimento do PIB e a inclusão socioeconômica de seus habitantes nas 30 economias emergentes, com o PIB per capita mais alto.

Desse grupo, apenas seis chegaram a um patamar de inclusão similar ao crescimento do PIB enquanto os demais, ou ficaram estancados em seu índice de inclusão ou abaixo dele.

Por este motivo me alentou o fato de que Uruguai, Paraguai e Argentina, três países da Bacia do Prata e membros da instituição que presido, apareçam entre as 10 economias mais inclusivas na América Latina. 

O Uruguai também aparece na lista que considera os índices de inclusão entre todas as economias emergentes do mundo. Entre os dez primeiros lugares dessa lista, consta apenas outro latino-americano: o Panamá. 

O fato de que muitos de nossos países tenham conseguido evitar com relativamente poucas dificuldades a crise financeira de 2008-2009 e que tenham aproveitado o boom das matérias-primas para avançar em grandes conquistas sociais, indica que estão trabalhando com uma visão de longo prazo, além das condições políticas ou econômicas. 

No caso dos membros do FONPLATA (Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai e Uruguai), todos são considerados países de renda média. Apesar deste progresso, em todos eles continuam os enormes desafios para a redução da pobreza e a inclusão, especialmente em áreas periurbanas e rurais. 

Nosso dever é, especificamente, ajudar estes países para que as regiões distantes, de fronteiras ou do interior - que é onde na maioria dos casos estão os núcleos rígidos de pobreza -  também possam aproveitar os benefícios do desenvolvimento que já são vistos, por exemplo, nas capitais e em outras grandes cidades.

São necessários grandes projetos para isso? Não especificamente. Pequenos e médios projetos, em áreas isoladas, focalizados em suas restrições e carências específicas conseguem ter um enorme impacto no desenvolvimento. 

Nós temos presença na região e nos especializamos em projetos de pequenas e médias dimensões, com custos transacionais bastante inferiores aos que enfrentam outros organismos de desenvolvimento de maiores proporções que o FONPLATA. 

Isso nos permite participar muito ativamente neste segmento das agendas de inclusão de nossos países-membros e desta forma levar o desenvolvimento mais perto das pessoas que precisam. 

Nossa meta é que com um financiamento eficiente e com as adequadas políticas por parte dos países-membros, em um prazo não muito distante todos os países da Bacia do Prata possam chegar a também estar no “Top 10” do Índice do Fórum Econômico Mundial. 

* Texto publicado originalmente na coluna mensal de Juan Notaro em  Huffington Post. 

Publicado en Noticias
Miércoles, 31 Enero 2018 18:08

Recetas para hacer un puente

Estas estructuras cambian el escenario de las ciudades y también todo el panorama económico y social.

El de Río-Niterói es el más grande de América del Sur, gracias a sus 13 kms de largo, que conectan las ciudades que le dan nombre. El de la Amistad conecta a Brasil con Paraguay, y el de la Fraternidad acorta la distancia entre Argentina y Brasil. Todas tienen un rol estratégico. Los puentes surgieron de la necesidad de cruzar los ríos de forma más rápida y segura.

Hay varios tipos de puentes. La elección del diseño técnico tiene que ver con el tipo de servicio que va a prestar la estructura. Qué número de vehículos que va a transitar, será sólo para uso de peatones, o únicamente para autos ligeros, son todos factores que influyen en la proyección de la obra.

"El cálculo sobre el tráfico determina varios aspectos del puente. La construcción se justifica por la economía de tiempo generada al entorno ", dice el economista del FONPLATA Óscar Carvallo.

Estas estructuras tienen también un impacto en el desarrollo, al facilitar el tránsito de bienes y de personas, lo que repercute en la economía local y en la calidad de vida de las personas que las utilizan.

Más tiempo, más calidad de vida

Otro impacto generado por la construcción de un puente es la reducción del tiempo en los traslados, con consecuencias inmediatas en la calidad de vida a aquellos que la utilizan.

Esto fue lo que motivó a FONPLATA a financiar la construcción de un puente de 800 metros en Joinville, estado de Santa Catarina, Brasil.  La estructura reducirá lo atascos de tráfico y facilitará la circulación entre las zonas este, norte y sur de la ciudad.

Los resultados serán perceptibles también en el sector económico de la urbe, que produce el 18,9% del Producto Interno Bruto catarinense. "Todo proyecto genera valor agregado. Los resultados son perceptibles en poco tiempo después de la construcción de un puente ", detalla Carvallo.

De acuerdo con el ingeniero civil Luis Ernesto Baldivieso, responsable de diversos proyectos del FONPLATA, para construir un puente se debe contar con un adecuado estudio técnico, económico y socioambiental.

"Es necesario cumplir las especificaciones internacionales y nacionales para el tipo de tránsito y la carga a circular por el lugar", cuenta Baldivieso.

Clima y progreso

De acuerdo con los criterios de FONPLATA, la empresa constructora, "necesita tener capacidad técnico-económica para realizar la obra, de la misma manera que la consultora que va a supervisar los trabajos ejecutados", explica el ingeniero.

También "es necesario observar los cambios climáticos y la intensificación del ciclo hidrológico. Hoy en día las lluvias son más intensas y en períodos más cortos, lo que causa inundaciones. Los nuevos puentes tienen que ser más altos para que no sean arrastrados por inundaciones", explica Marina Dockweiler, otra de las responsables de proyectos en FONPLATA.

Los cálculos deben contemplar también la protección de las fundaciones y de los estribos. "Si el puente está conectado a una carretera, es necesario hacer obras de drenaje para el flujo del agua de las lluvias", detalla Dockweiler.

En el departamento de Cochabamba, Bolivia, FONPLATA está construyendo 21 puentes. Cuando llueve, el tránsito local de personas y de mercancías queda limitado, causando pérdidas sociales y económicas.

Este impacto negativo perjudica el desarrollo y disminuye las oportunidades de crecimiento. El proyecto busca reducir ese tipo de problemas y mejorar la calidad de vida de los habitantes de las zonas rurales y aisladas del departamento.

Por todo esto, más que una estructura física, un puente significa una conexión con el progreso.

Publicado en Noticias

Se trata de financiamientos para proyectos de vialidad, infraestructura y desarrollo social en los cinco países miembros del organismo.

El año que termina, el Fondo Financiero para el Desarrollo de la Cuenca del Plata, FONPLATA, avanzó en su consolidación como un banco de desarrollo al nivel de otros organismos multilaterales que trabajan en América Latina.

Además de lograr varias alianzas clave para reforzar su labor, el organismo avanzó en los objetivos de un nuevo plan estratégico que incluye, entre otras metas, la posibilidad de incorporar nuevos socios.

A lo anterior se suma aprobación récord tanto en número como en monto total de proyectos aprobados para obras de infraestructura, vialidad, desarrollo urbano y otras necesidades de desarrollo en los cinco países que integran el Fondo: Argentina, Bolivia, Brasil, Paraguay y Uruguay.

En Argentina se destinaron US$5 millones de dólares para la modernización de la justicia local con el fin de ayudar a agilizar los sistemas y hacer más eficientes los tribunales y otros US$5 millones de dólares para llevar adelante la Encuesta nacional de gasto de Hogares.  En el área metropolitana de Buenos Aires (conurbano) se aprobaron US$40 millones para mejorar la circulación y la seguridad vial.

También en Argentina, se aprobó un financiamiento de US$22 millones para mejorar las condiciones operacionales y las estructuras para los funcionarios que viven en los centros de frontera, y para ampliar las áreas de atención al público que transitan por esas demarcaciones. Asimismo se aprobó la segunda Fase para apoyar el desarrollo productivo del norte argentino mediante la facilitación del acceso al financiamiento por US$20 millones de dólares

En Bolivia se impulsó el programa de infraestructura urbana y generación de empleo en La Paz, Cobija, Oruro, Potosí, Riberalta y Sucre, con un préstamo de US$40 millones. El departamento de Cochabamba recibió US$10 millones para la construcción de puentes para facilitar el flujo de la producción agrícola local.

En Brasil cuatro ciudades recibieron un aporte total de US $ 141,9 millones. En Joinville, Santa Catarina, US$40 millones serán utilizados para la construcción de un puente para despejar el tránsito, ampliar la red de saneamiento básico y alcantarillas. Criciúma, también en Santa Catarina, cuenta con US$17,25 millones otorgados por FONPLATA para mejorar la calidad de vida de la población.

En Pelotas, en Rio Grande do Sul, un programa destinado a las áreas rurales y urbanas por US$50 millones contribuirá a la mejora de las condiciones socioambientales, la generación de trabajo y de renta bajo la perspectiva de desarrollo sostenible en la ciudad.

Atibaia, en el interior de São Paulo, recibirá US$34,7 millones para obras de infraestructura y servicios urbanos básicos.  

Para Paraguay, el enfoque es la rehabilitación de las condiciones de circulación y de seguridad de la red vial a través del mantenimiento de varios tramos, con un aporte de US$42,9 millones.

 

Publicado en Noticias

-          Son cerca de US$190 millones para obras de vialidad, desarrollo urbano y fronteras en tres países de la Cuenca del Plata.

Asunción (Paraguay), 13 de diciembre de 2017.- El Directorio Ejecutivo de FONPLATA reunido en esta ciudad, aprobó hoy cinco nuevos proyectos de desarrollo para tres países de la Cuenca del Plata, por un monto cercano a US$190 millones.

De ese monto, se destinarán US$50 millones para obras de desarrollo ambiental y viviendas que buscan mejorar la calidad de vida de la población urbana y rural de Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil. En el mismo país, se destinarán US$34,7 millones para obras de agua, saneamiento y movilidad urbana en la localidad de Atibaia, estado de São Paulo.

También se aprobaron dos proyectos en Argentina. Uno para mejorar las condiciones de circulación y seguridad de la red vial del conurbano metropolitano en la Provincia de Buenos Aires, por US$40 millones.

El segundo, por un monto de US$22 millones, contribuirá a mejorar las condiciones operativas y el entorno de los funcionarios que trabajan y viven centros de frontera, además de modernizar y ampliar las zonas de atención al público que cruza desde Argentina hacia los países vecinos.

Igualmente, se aprobó un préstamo de US$42,8 millones a Paraguay para el “Programa de Rehabilitación y Mantenimiento de Rutas Pavimentadas por Niveles de Servicio”, que busca contribuir a un desplazamiento más rápido y seguro de bienes y personas, y al mejoramiento de la calidad de vida de los habitantes de ese país.

FONPLATA es un banco de integración regional que financia proyectos de desarrollo armónico e inclusivo, con especial foco en proyectos de dimensión media y pequeña en Argentina, Bolivia, Brasil Paraguay y Uruguay.  

Publicado en Noticias

Un acuerdo entre el BID y FONPLATA sienta las bases para concretar proyectos que faciliten la unión entre Argentina, Bolivia, Brasil, Paraguay y Uruguay.

Dos de las instituciones más sólidas y prestigiosas de impulso al desarrollo en América Latina, el Banco Interamericano de Desarrollo (BID) y el Fondo para el Desarrollo de la Cuenca del Plata (FONPLATA), presentaron este martes en Asunción, Paraguay, las bases de su más reciente alianza.

Se trata de un acuerdo mediante el cual el BID provee los fondos para que FONPLATA financie proyectos que promuevan o consoliden la integración entre los países que conforman la Cuenca del Plata y su área de influencia: Argentina, Bolivia, Brasil, Paraguay y Uruguay.

El acuerdo fue presentado durante el evento “Oportunidades y Desafíos para la Integración en la Cuenca del Plata”, que contó con la presencia de la ministra de Hacienda del país anfitrión, Lea Giménez, así como de autoridades de las dos entidades y representantes de distintas entidades públicas y privadas de los cinco países.

Giménez habló sobre las oportunidades que la puede ofrecer integración de Paraguay con sus vecinos. Destacó que “un eficiente sistema de conectividad entre países puede acarrear enormes beneficios”, especialmente para un país sin acceso directo al mar, como el suyo.

“Queremos que nuestras misiones y nuestro trabajo se complementen. Que cada Institución aporte sus fortalezas y que trabajen juntas en la superación de los desafíos que se puedan presentar”, dijo por su parte Juan Notaro, presidente ejecutivo de FONPLATA.

José Luis Lupo, gerente general de países del Cono Sur por el BID, explicó que esa institución decidió el año pasado aprobar fondos específicamente para proyectos de integración regional, de los cuales surgió el financiamiento para esta alianza. “Es una suma de voluntades que multiplica”, dijo Lupo sobre el acuerdo con FONPLATA.

El acuerdo contempla un aporte de US$100 millones por parte del BID, con una contrapartida de US$30 millones de FONPLATA. Los fondos se destinarán principalmente a proyectos de conectividad, infraestructura en fronteras, pasos fronterizos, desarrollo urbano, desarrollo institucional y sostenibilidad institucional.

Su área de acción se concentrará principalmente en el llamado Corredor de las Misiones Jesuíticas, que integran Argentina, Bolivia, Brasil, Paraguay y Uruguay. El desarrollo de estas áreas servirá de impulso, además, para convertir al Corredor en un atractivo turístico y religioso único en el mundo, además de generar oportunidades de empleo, integración y crecimiento económico.

El seminario fue transmitido en directo por la página de Facebook de FONPLATA, y se puede ver en estos enlaces:
 

 

Publicado en Noticias

Los centros urbanos de entre 10.000 y medio millón de habitantes requieren de una estrategia nacional.

“La velocidad a la que están creciendo algunas de las ciudades como el eje Montero-Warnes-La Guardia, es por lo menos dos veces más veloz que la que experimentaron Santa Cruz o Cochabamba durante las décadas de los 80s”.

La afirmación corresponde al estudio "Ciudades intermedias en Bolivia: una agenda prioritaria", elaborado por el Banco Mundial, en el que diversos expertos enfocan la rápida urbanización en Bolivia y el sentido de urgencia que esta situación impone para atender esta transformación.

De acuerdo con el documento, "el proceso de urbanización en Bolivia es uno de los últimos en suceder a la región". En pocas palabras, el buen desempeño económico y el crecimiento de la población de Bolivia han provocado que al menos 60 ciudades de entre 10.000 y 500.00 habitantes estén creciendo a un ritmo muy acelerado. Y eso genera desafíos, pero también oportunidades.

Javier Pinto nació en Sucre (región centro-oeste), vivió durante muchos años en La Paz (región noroeste) y ahora vive en Santa Cruz de la Sierra, ciudad del sudeste boliviano y donde está ubicada la sede de FONPLATA.

Pinto habla con la propiedad de quien acompaña el avance poblacional y urbanístico de su país: "El cuidado debe ir más allá de la mancha urbana. Es necesario tener atención con las ciudades que se quedan en el entorno de los grandes centros porque éstas crecen sin ninguna estructura", explica Javier, que también es ingeniero de FONPLATA.

Para los expertos del Banco Mundial, uno de los cuidados primordiales es invertir en planificación urbana para evitar los errores cometidos por ciudades que experimentaron un rápido avance sin inversiones más duraderas.

Recientemente, Bolivia puso en marcha el Programa de Infraestructura Urbana para la Generación de Empleo en las ciudades de Cobija, La Paz, Oruro, Potosí, Riberalta y Sucre. Para ello, se invirtieron U$40 millones financiados por FONPLATA para mejorar cerca de 600 mil metros cuadrados de vías urbanas. Durante este proyecto se generarán 6.500 puestos temporales de trabajo.

Pero, ampliar vías y repensar la reestructuración urbana sólo funciona si hay una expansión de la red de saneamiento básico, alertan los expertos. Sin condiciones adecuadas de higiene, el desarrollo es desigual si se compara con los números del crecimiento económico.

Para hacer frente a estos desafíos, el estudio recomienda la articulación de una política nacional de desarrollo urbano o de “ciudades”, focalizar las inversiones en mejorar la cobertura y calidad de los servicios básicos, y diseñar estrategias para fomentar el desarrollo económico local, entre otras medidas.

Publicado en Noticias
Página 4 de 6

Proyectos en Argentina

Beneficiarios Argentina

MAYTE OSORIO: "el programa nos ayud…

“Creo que el programa es importante para todas las PYMEs porque nos ayuda a crecer a cada uno en su área. A nosotros nos ayudó el plan de negocios internacional...

Read more
SEDE
 
Santa Cruz de la Sierra, Bolivia
Teléfono +591 3 315 9400
Fax +591 3 3371713
Avenida San Martín #155, barrio Equipetrol, edificio Ambassador Business Center Piso 3
OFICINAS OPERATIVAS DE ENLACE:
 
Buenos Aires, Argentina
Teléfono +54 11 4016 8667
Avenida Belgrano 955, piso 12, C1092AAJ
 
Asunción, Paraguay 
Teléfono +595 21 453 320
Independencia Nacional esquina Fulgencio R. Moreno, piso 15, edificio El Productor

Contacto Linkedin youtube Google+