FONPLATA

Domingo, 11 Noviembre 2018 17:34

Em busca de novas fronteiras

Como presidente executivo do FONPLATA, tive que liderar a modernização da instituição para transformá-la em uma aliada que responda de maneira ágil, oportuna e profissional às demandas de desenvolvimento dos nossos países-membros.

Texto publicado originalmente na coluna mensal de Juan Notaro para El Huff Post.

Dessa forma, conseguimos ampliar nossa capacidade financeira com dois aumentos de capital, tornamos os processos mais eficientes e incorporamos novos talentos profissionais, o que nos permitiu aprovar em apenas em seis anos mais projetos do que nos 35 anos anteriores da história do organismo.

Pela primeira vez o FONPLATA conquistou uma classificação de crédito internacional, obtendo A2 pela Moody's e A- pela Standar & Poor's, o que nos coloca em um nível superior ao dos nossos países-membros, sendo assim permitido a nós o acesso e a concessão de financiamento em condições muito vantajosas.

Mas talvez o mais importante nesta fase de modernização é que nos mantivemos fieis aos valores essenciais do FONPLATA: ser uma instituição que financia projetos de desenvolvimento em áreas vulneráveis, rurais ou fronteiriças para promover a integração entre países ou entre regiões dentro de um mesmo país.

Isso nos permitiu nos especializar em uma área nas quais os grandes bancos multilaterais ou as outras agências de desenvolvimento da região não costumam trabalhar: projetos de pequeno ou médio portes, com impacto direto nas comunidades beneficiárias e por quantias entre US$ 10 milhões e US$ 70 milhões.

Ou seja, mantemos o mandato histórico e, além disso, desenvolvemos uma missão específica que atende às necessidades atuais dos nossos países-membros e complementa o trabalho de outras instituições de desenvolvimento.

Mas nosso compromisso se mantém. Ainda há muito a ser feito para superar as brechas de desenvolvimento que a nossa região tem e o trabalho de integração requer consolidar as conquistas até agora e enfrentar novos desafios.

Por isso nos propomos crescer. Uma necessidade ratificada por nossa Assembleia de Governadores, a mais alta instância de direção do FONPLATA, e que foi divulgada há alguns dias.

Esse crescimento exigiu uma modificação do convênio constitutivo do organismo. Portanto, o FONPLATA - integrado por Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai e Uruguai - consolida sua nova governança, conclui sua transição do Fundo para o Banco de Desenvolvimento e também poderá estabelecer alianças estratégicas com novos países-membros, assim como com outras agências e bancos de desenvolvimento.

Entre os aspectos a priorizar para a incorporação de novos membros está o fato de que sejam países e instituições que tragam algo a mais ao FONPLATA e compartilham nossos valores institucionais e objetivos de desenvolvimento para a região.

Tudo em benefício do desenvolvimento e da integração produtiva da região e de suas áreas de influência.

Tenho certeza de que nesta nova etapa do FONPLATA, tanto os países fundadores como nossos potenciais novos parceiros e aliados, continuarão contando com uma instituição que responde de maneira ágil e oportuna às necessidades específicas de seus clientes e, como diz o nosso slogan, continuará levando o desenvolvimento para mais perto das pessoas.

 

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Santa Cruz de la Sierra, 13 de novembro de 2018.- A Assembleia de Governadores do FONPLATA aprovou a modificação de seu convênio constitutivo para promover a transição deste organismo de fundo financeiro a banco de desenvolvimento e permitir a incorporação de novos sócios.

A decisão foi anunciada hoje no decorrer da reunião da Diretoria Executiva da instituição, realizada nesta cidade.

"É um marco na história do organismo, que incorpora o progresso conquistados nos últimos anos em termos de modernização do alcance da missão do FONPLATA e seu mandato institucional", disse Juan E. Notaro, presidente executivo da instituição.

Com a modificação do convênio constitutivo, o FONPLATA - integrado por Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai e Uruguai - adota uma nova diretriz e poderá estabelecer alianças estratégicas com novos países-membros, bem como com outras agências e bancos de desenvolvimento.

Entre os aspectos a serem priorizados para a incorporação de novos membros, explicou Notaro, é que são países que aportam ao FONPLATA e compartilham nossos valores institucionais e objetivos de desenvolvimento para a região.

O novo convênio constitutivo visa, também, manter os princípios básicos do FONPLATA desde sua fundação: promover projetos de desenvolvimento em áreas vulneráveis, áreas rurais e de fronteira, que fortaleçam a integração entre países ou entre diferentes regiões dentro de um mesmo país.

Graças a essas mudanças, os países-membros do FONPLATA, assim como seus novos parceiros e aliados, continuarão contando com uma instituição financeira de desenvolvimento que responda de maneira ágil e oportuna às necessidades específicas de seus clientes.

Na reunião desta terça-feira também foram aprovados um projeto de US$ 37 milhões para melhorar a Rota Provincial 13 na província de Chaco, no norte da Argentina, e outro de US$ 12 milhões para melhorar a Rota dos Jesuítas no Paraguai.

 

 

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Santa Cruz de la Sierra, 13 de novembro de 2018.- A diretoria executiva do FONPLATA, reunida nesta cidade, aprovou hoje US$ 12.000.000 para o Projeto de Melhoria da Infraestrutura de Edifícios e Conectividade da Rota Jesuítica do Paraguai.

A operação, com um aporte local de US$ 2.000.000, contribuirá para melhorar o fluxo turístico da Rota Jesuítica do Paraguai através da restauração, melhoria e conservação dos complexos arquitetônicos remanescentes nas Missões da Santíssima Trindade do Paraná, Jesús de Tavarangüé, e San Cosme e San Damián; e o aprimoramento dos museus e edifícios históricos localizados no Departamento de Misiones.

A meta também é adaptar e melhorar a infraestrutura das áreas de serviço das Missões, e desenvolver serviços turísticos complementares que convidem os turistas a ficar por mais tempo visitando as diferentes atrações da Rota. Espera-se que este projeto seja um passo à frente na promoção da Rota Jesuíta Internacional e promova o surgimento de iniciativas similares em países vizinhos que compartilham esse valioso legado histórico-cultural.

 

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(Washington D.C., 5 de novembro de 2018) O FONPLATA assinou o Memorando de Entendimento com a Escola McCourt School of Public Policy, da Universidad de Georgetown, em Washington D.C. (EUA), que estabelece uma cooperação entre ambas as entidades para o desenvolvimento de atividades em áreas de mútuo interesse.

Leia aqui a versão em inglês

A assinatura do documento, que aconteceu na Escola McCourt, foi feita pelo Presidente Executivo do FONPLATA, Juan E. Notaro, e pelo Decano Interino, Michael Bailey. O ato contou com a participação dos Embaixadores da Bolívia, Pablo Canedo; do Paraguai, Germán Rojas; e o de Honduras, Marlon Tabora.

Este foi o lançamento de um programa de estágios para estudantes de mestrado, preferencialmente dos países-membros do FONPLATA (Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai e Uruguai) para as práticas profissionais nas áreas de avaliação de projetos, emissão de bônus verdes, desenvolvimento de alianças, entre outras.

O Presidente Executivo do FONPLATA, Juan Notaro, destacou o amplo potencial de colaboração levando em conta as iniciativas em curso na Escola, como o “Institute of Politics and Public Service” e “The Massive Data Institute”, através das quais será possível explorar a promoção de fóruns e atividades para a troca de conhecimentos.

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O presidente do Fonplata, Juan Notaro, e o Prefeito de Itajaí, Volnei Morastoni, assinaram hoje o contrato de financiamento de US$ 62,5 milhões para o Programa Itajaí 2040 - Moderna e Sustentável. A verba está destinada a obras para a melhoria na qualidade de vida da população desta cidade da região sul do Brasil através de investimentos na infraestrutura urbana e socioambiental.

Read here the english version. 

Com estes recursos o FONPLATA contribui para complementar as iniciativas do município na área da mobilidade urbana, na de drenagem e na implementação de espaços de recreação e descanso nesta cidade no sul do Brasil.

As obras de mobilidade urbana irão reduzir o congestionamento na área central da cidade e estimular o uso de ciclovias para o transporte não poluente e alternativo dos cidadãos. Por sua vez, as obras de drenagem irão atender os problemas de inundação que acontecem em alguns bairros da cidade durante os períodos de chuva. Também está planejada a criação de espaços confortáveis e seguros para que as famílias aproveitem seu tempo livre.

Itajaí tem cerca de 213 mil habitantes e faz parte do que os bancos de desenvolvimento chamam de cidades intermediárias. Ou seja, áreas com entre 100 mil e um milhão de habitantes. Cidades com estas características são as que mais crescem no Brasil e no continente. Portanto, são as que mais pressionam a demanda em infraestrutura, planejamento urbano e serviços públicos.

“Nessas cidades ainda temos espaço e flexibilidade para sermos criativos, buscar fórmulas inovadoras para atender a essa demanda, sem descuidar da qualidade de vida da população e, ao mesmo tempo, proteger o meio ambiente”, explicou Juan Notaro, o presidente executivo do Fonplata.

A assinatura do contrato de financiamento aconteceu em um curto prazo. Em outubro de 2017 o prefeito Morastoni junto com sua equipe estiveram na sede do Fonplata, em Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, buscando trabalhar com este banco de desenvolvimento. Já em fevereiro deste ano foi iniciada formalmente a preparação e a gestão da operação com as respectivas instâncias de Brasília, entre elas a aprovação do Senado. Esta parceria de sucesso se consolida com a assinatura do financiamento, exatamente um ano após o início das negociações entre ambas as partes.

O FONPLATA apoia essa iniciativa do município, as de outros centros do Brasil e dos demais países-membros da Bacia do Prata, tendo em vista que a partir dessas cidades podem surgir ideias e soluções para pensar em um desenvolvimento mais inclusivo, humano e sustentável para as futuras gerações.

Itajaí é considerada uma referência no suporte à instalação de empresas. Sua economia é pujante nos setores de logística, armazenagem de contêineres e no turismo.

 

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Eles são destinados à segurança no trânsito nos subúrbios e para digitalizar a Biblioteca Mariano Moreno

Buenos Aires, 23 de outubro de 2018.- O presidente executivo do FONPLATA, Juan E. Notaro, o ministro das Finanças da Argentina, Nicolás Dujovne, e representantes do governo da Província de Buenos Aires assinaram hoje nesta cidade dois empréstimos de um total de US$ 47 milhões.

O primeiro desses financiamentos, de US$ 40 milhões, será destinado ao Projeto Conectividade do Conurbano, na Província de Buenos Aires, para melhorar as condições de circulação e segurança da malha viária na área metropolitana próxima à capital argentina.

Também serão destinados US$ 7 milhões para o projeto de Digitalização do Acervo da Biblioteca Nacional Mariano Moreno, na Cidade Autônoma de Buenos Aires, para fortalecer o acesso digital das coleções bibliográficas que integram a coleção da instituição.

"São dois projetos que ajudarão a melhorar a vida dos habitantes de Buenos Aires e sua área metropolitana. Ambas as iniciativas fazem parte da missão do FONPLATA de promover a integração. Um, através de uma circulação eficiente e segura, e o outro, através da cultura e do conhecimento ", disse Juan E. Notaro.

Com o projeto de Conectividade a meta é contribuir para aumentar a circulação entre os municípios e sua conexão com a rede viária primária e secundária da província, facilitar o trânsito de acesso à Cidade Autônoma de Buenos Aires, e contribuir para a diminuição da alta taxa de acidentes na região.

Com a digitalização da biblioteca, a cada ano cerca de 460 mil leitores virtuais terão acesso à biblioteca e este, que é um dos maiores arquivos da região de Bacia do Pata, será resguardado da ação do tempo, além dos riscos de manuseio e de armazenamento.

O FONPLATA é um banco regional que financia projetos de integração e desenvolvimento, com contribuições voltadas para áreas rurais, áreas de fronteira e na redução de disparidades socioeconômicas, em complementaridade e sinergia com as de outras agências de fomento.

 

 

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Com o projeto "Melhoria dos Acesso ao Setor Portuário", o FONPLATA financiará obras de US$ 50 milhões.

Assunção, 10 de outubro de 2018.- A Diretoria Executiva do FONPLATA, reunida nesta cidade, aprovou hoje o projeto "Melhoria do Acesso ao Setor Portuário", que busca melhorar a acessibilidade terrestre, tanto rodoviária quanto ferroviária ao Porto de Montevidéu, no Uruguai.

Os trabalhos também buscam eliminar os problemas de congestionamento de trânsito causados pelo tráfego intenso de acesso ao porto e ampliar a capacidade do recinto portuário e sua funcionalidade.

O transporte de pessoas e de cargas nas cercanias do porto de Montevidéu aumentou por causa da crescente atividade econômica do próprio Porto e da cidade.

Por sua vez, o modo de gestão espacial das cargas vem mudando, por causa, entre outros fatores, da criação de novos centros de concentração, como terminais extra portuários e portos secos, além de áreas de exclusão ou limitações ao transporte pesado.

Esses fenômenos geraram uma grande mudança na demanda de infraestrutura na área de acesso ao Porto.

A Administração Nacional de Portos resolve repensar a circulação interna do Porto de Montevidéu para concentrar as entradas e saídas de veículos de carga em um único ponto de acesso que permita melhorar a eficiência do sistema logístico portuário, aumentar sua produtividade e ampliar suas capacidades de uso do solo, em harmonia com o desenvolvimento da cidade.

Entre as obras a serem realizadas está a construção de um viaduto e de uma ponte em arco no atual Acesso Portuário, a pavimentação do novo espaço portuário e outras obras que melhorarão a circulação interna e externa no Porto de Montevidéu.

O objetivo geral do projeto é melhorar a competitividade e eficiência do Porto de Montevidéu para atender às necessidades de expansão do comércio exterior em um horizonte não inferior a 30 anos.

 

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Lunes, 08 Octubre 2018 16:57

Trens mais seguros para Buenos Aires

FONPLATA aprova US$ 50 milhões para melhorar a regularidade e reduzir acidentes no serviço ferroviário da capital argentina

Assunção, 10 de outubro de 2018.- O Conselho Executivo do FONPLATA reunido nesta cidade aprovou hoje o projeto "Apoio ao Programa de Segurança Ferroviária na Região Metropolitana de Buenos Aires", no valor de US$ 50 milhões.

O objetivo do programa é melhorar a segurança e a qualidade do serviço das linhas ferroviárias de passageiros da Região Metropolitana de Buenos Aires. Especificamente, espera-se contribuir para melhorar os índices de regularidade absoluta do serviço e reduzir as taxas de acidentes nos trechos que passarão por intervenções.

O financiamento proposto apoiará de maneira oportuna investimentos urgentes e necessários no setor ferroviário da Região Metropolitana de Buenos Aires.

O trem desempenha um papel central no desenvolvimento da Região Metropolitana de Buenos Aires, definindo os principais eixos de circulação e crescimento.

A rede ferroviária de passageiros da Região Metropolitana de Buenos Aires é uma das maiores do mundo ocidental; tem uma extensão de 815 km distribuídos em sete linhas. No entanto, apenas 1,6 milhão de transferências são feitas diariamente pelo sistema ferroviário de um total de 22,7 milhões.

O programa financiado pelo FONPLATA complementa e gera significativas sinergias com outras iniciativas e projetos que estão sendo desenvolvidos, como a recuperação da Linha Belgrano, a recuperação da Linha San Martín, a recuperação da Linha Roca e a re-eletrificação de Sarmiento.

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A estrutura terá aproximadamente 800 metros de comprimento e é considerada de vital importância para a mobilidade urbana de Joinville, no estado brasileiro de Santa Catarina.

Ela vai conectar as zonas Sul e Leste e reduzirá o tempo dos moradores deste município. aportando mais qualidade de vida e melhores oportunidades de crescimento econômico para esta cidade que é um dos polos industriais do Sul brasileiro.

Para a construção da ponte, que deve ser concluída dentro de quatro anos, o FONPLATA financiou US$40 milhões.  

Neste vídeo os moradores da cidade contam suas expectativas:

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Por Juan Notaro*

No final de setembro eu estive em Joinville, Santa Catarina, no sul do Brasil. É uma cidade de meio milhão de habitantes, com uma pujante atividade econômica, que é a sede do maior polo industrial da região e gera cerca de 14% do PIB do estado.

*Texto publicado originalmente na coluna mensal de Juan Notaro no Huff Post.

É, por definição, o que nos organismos de desenvolvimento chamamos de cidade intermediária (ou média, de acordo com outras fontes). Ou seja, um assentamento urbano entre 100.000 e dois milhões de habitantes.

Segundo o BID, existem mais de 140 cidades com essas características na América Latina. A maioria delas, como Joinville, são polos de desenvolvimento agrícola ou industrial. Também são assentamentos urbanos que estão crescendo mais rapidamente do que as principais capitais do continente.

Estima-se que até 2040, em pouco mais de 20 anos, muitas dessas cidades terão duplicado sua população. O desafio para o FONPLATA e outras organizações de desenvolvimento é acompanhar esse crescimento para que ocorra de maneira ordenada e planejada, diferente do que aconteceu no século passado nos principais centros urbanos da América Latina.

Este crescimento populacional coloca uma enorme pressão sobre os governos locais para satisfazer necessidades como transporte, serviços públicos, segurança e outros. As soluções também devem considerar sua sustentabilidade a longo prazo e considerar fatores como os efeitos das mudanças climáticas.

A vantagem para essas cidades é que elas ainda têm tempo para planejar o crescimento e se preparar para o futuro. Seu tamanho populacional relativamente pequeno também permite uma comunicação mais fluida com os cidadãos para determinar e priorizar a atenção às suas necessidades.

Além disso, as cidades e os municípios têm um papel cada vez maior na definição de suas necessidades de desenvolvimento e no estabelecimento das soluções mais viáveis, de acordo com características e prioridades específicas.

É um processo no qual devem participar as autoridades locais, os governos nacionais e os habitantes desses centros urbanos, e no qual os organismos internacionais de desenvolvimento podemos apoiar, não apenas com financiamento, mas também com capacidade técnica e compartilhando o conhecimento de experiências semelhantes em outros países.

A tendência mundial é que as cidades e os municípios devem enfatizar a criação de condições adequadas para incentivar o investimento e a melhoria da qualidade de vida de seus habitantes através da infraestrutura adequada, políticas que promovam o desenvolvimento e serviços de qualidade para todos os seus habitantes.

No FONPLATA abrimos recentemente as portas para várias dessas cidades, que já estão se preparando para enfrentar esses desafios. Em Joinville, por exemplo, trabalhamos há vários anos no condicionamento de parques e de outros espaços públicos.

Para continuar honrando a sua merecida reputação de "cidade das bicicletas", também apoiamos o conserto e a construção de ciclovias, um sistema de transporte ecológico barato, acessível, com um impacto muito positivo na saúde dos habitantes, tanto em termos de exercício quanto de economia de emissões poluentes.

Também estamos financiando a construção de uma ponte, que aliviará significativamente o trânsito no centro da cidade, para que os habitantes do sul de Joinville passem menos tempo no trânsito e mais tempo com a família.

Trata-se também de uma construção que minimiza a devastação dos delicados manguezais nesta área do estado. São soluções práticas, sustentáveis e respeitosas com o meio ambiente.

No Brasil estamos trabalhando com outras cidades com características semelhantes, como Itajaí e Criciúma (também em Santa Catarina), e Corumbá (Mato Grosso do Sul) com projetos que visam aprimorar a qualidade de vida das pessoas, como a melhoria das estradas, os sistemas de drenagem e a construção de ciclovias.

Em um continente que cresce e continuará crescendo nos próximos anos, temos a oportunidade única de fazer das cidades de médio porte verdadeiros exemplos de desenvolvimento planejado e sustentável para o benefício de todos os seus habitantes.

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